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18/08/2009 - Correio da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Internet: fraudes são cada vez mais comuns no meio eletrônico

Por: Carmem Vasconcelos


No fim do ano passado, o professor universitário Fábio Matos realizou a compra de livros através de um site de busca. Das publicações pedidas e pagas à Cia. dos Livros, ele só recebeu metade da mercadoria. Mesmo depois de fazer diversas reclamações junto à empresa, nada foi resolvido e, sem esperança de reaver os livros ou o dinheiro, o consumidor pagou o débito e cancelou o cartão de crédito usado na transação através da internet.

Da experiência restou a certeza de que muito precisa ser feito para que a rede internacional de computadores seja considerada um espaço verdadeiramente seguro.

De acordo com a advogada e coordenadora de assuntos especiais da Coordenação de Defesa do Consumidor (Procon- BA), Flávia Marinpietri, são muitas e variadas as modalidades de queixas e reclamações contra as movimentações financeiras através da internet. Elas vão desde a compra deumproduto e o recebimento de outro, falta de segurança com clonagem e roubo de senha até movimentações bancárias ilícitas.

Uma pesquisa encomendada pelo Movimento Internet Segura (MIS) e realizada pela consultoria de marketing on-line E-bit mostrou que, em 2008, o chamado e-commerce - comércio virtual - movimentou cerca de R$ 8,2 bilhões, e em 2009, esse valor deve chegar a R$ 10 bilhões.

Consumo cuidadoso

“Consumo é igual no mundo real e virtual, por isso toda vez que houver uma situação de roubo ou fraude, o consumidor deve prestar queixa na polícia e entrar em contato imediatamente com a operadora de cartão de crédito para que a operação seja desfeita”, explica aadvogada, lembrando que a solicitação de estorno do pagamento deve ser feita com o Boletim de Ocorrência (BO) e a formalização do pedido por meio de um documento impresso.

“O Procon auxilia a resolver a questão administrativamente, mas, em último caso, o consumidor pode procurar a Justiça, principalmente quando há lesão patrimonial ou financeira”, diz a representante do Procon.

Bancos na berlinda

Mas não é só o comércio na internet que necessita de atenção. As transações bancárias também precisam ser feitas com cuidado. Segundo Flávia Marinpietri, quando o cliente de uma instituição financeira é lesado dentro da página do próprio banco, é ela que responde por má prestação de serviço. “Não é o cliente que tem que provar o roubo. No máximo, ele deve fornecer as provas do crime cometido contra ele”, conclui.

Como se prevenir

Na rede - O usuário não deve deixar de ter um antivírus atualizado e software de proteção contra ataques pela internet. Antes de qualquer operação, pesquise e busque o máximo de informações sobre o fornecedor, que deve se mostrar confiável.

Ambiente seguro - Quem deseja movimentar dinheiro pela web não deve confiar em redes públicas de wifi (conexão por meio de redes sem fio) e lan houses (estabelecimento comercial, com acesso à internet) para o uso do internet banking ou para fazer compras com cartão de crédito.

Nas compras - Ao adquirir produtos pela internet é fundamental procurar sites seguros, onde haja um ícone de cadeado, que indica ambiente confiável. Evite clicar em links com promoções tentadoras; prefira sempre digitar o endereço eletrônico da loja no seu navegador.

Os perfis - O internauta não deve colocar muitas informações pessoais em páginas de relacionamento social, como Orkut, Facebook e Twitter. Muito cuidado com os e-mails em massa (spams) com solicitações de dados e informações pessoais.

O pagamento - O consumidor deve optar por fazer o pagamento da compra através de boleto bancário, evitando, dessa forma, passar dados sobre o cartão de crédito.

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