Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS



Promoção BLACK WEEK. Até o dia 02/12 valor promocional para o Treinamento sobre Fraudes Crédito e Comércio ! CLIQUE AQUI.


Acompanhe nosso Twitter

17/08/2009 - Público.pt - Última Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem que fingiu a própria morte lança memórias a partir da prisão

"Homem da canoa" conta como e porquê fingiu a própria morte.

John Darwin, o homem que fingiu a própria morte num acidente de canoa para que a família recebesse 250 mil libras (mais de 290 mil euros) de seguro, relata o crime num livro de memórias escrito a partir da prisão onde está a cumprir pena.

Em Março de 2002, John Darwin fingiu ter morrido num acidente de canoa no em Seaton Carem, perto de Hartlepool, com a ajuda da sua mulher, Anne, para que o montante pago pela seguradora pudesse saldar as dívidas do casal.

Em Dezembro 2007, Darwin dirigiu-se a uma esquadra da polícia em Londres e afirmou ter sofrido de amnésia durante os anos em que esteve desaparecido. Mas uma fotografia que revelava John e Anne no Panamá foi prova de que o casal esteve escondido e do crime que cometeu. John foi condenado por fraude em Julho de 2008 a uma pena de prisão de seis anos e três meses, enquanto Anne foi condenada a seis anos e meio por fraude e lavagem de dinheiro.

O jornal britânico The Sun publicou hoje excertos das memórias de Darwin, que aos 59 anos explica como planeou o golpe e que espera ganhar com o livro um milhão de libras (cerca de 1,16 milhões de euros).

Darwin colaborou com um ex-detido que conheceu na prisão de Everthorpe, Alan Caramanica, que se fez passar por seu advogado para trocarem correspondência confidencial, relata o The Sun. Ao abrigo da “resolução 39”, a troca de informações entre os prisioneiros e os seus representantes legais passa a ser confidencial. Os serviços prisionais falharam por não ter identificado o alegado advogado de Darwin como um prisioneiro libertado este ano.

The Canoe Man, Panama & Back será o título das memórias, em que Darwin conta como ponderou cometer suicídio perante as grandes dívidas financeiras acumuladas, mas receou o efeito que tal decisão pudesse ter na sua mulher.

“A ideia de perder tudo era mais do que eu podia suportar”, relata o jornal britânico”. “Não só eu seria um fracassado aos olhos da Anne e dos meus dois filhos, como também perderia a nossa casa, e tudo aquilo por que a Anne e eu trabalhámos”, acrescenta o “homem da canoa”, que identifica a ideia de fingir a morte como “o momento Eureka”.

“Eu fiz dois erros. O primeiro foi cometer o crime o segundo foi regressar ao Reino Unido. Gostava que tivéssemos simplesmente ficado juntos no Panamá”.

Uma porta-voz do Ministério da Justiça considerou “errado que os criminosos condenados lucrem com os crimes cometidos”.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 273 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal