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06/08/2009 - Universia Brasil / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Petróleo fecha a US$ 71,94 de olho em regra antifraude


Nova York - Os preços dos contratos futuros de petróleo fecharam praticamente estáveis em Nova York nesta quinta-feira em que os investidores adotaram uma perspectiva cautelosa antes da divulgação, amanhã, dos dados de julho sobre o mercado de trabalho dos EUA. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato com vencimento em setembro do petróleo leve fechou em baixa de US$ 0,03, ou 0,04%, a US$ 71,94, o barril. No mercado eletrônico ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para setembro fechou em queda de US$ 0,68, ou 0,9%, em US$ 74,83 o barril.

O mercado pode ver uma fuga dos especuladores se os reguladores federais nos EUA implementarem um ambicioso plano de aumentar a supervisão sobre as negociações de commodities. A Federal Trade Comission (FTC) adotou uma nova norma hoje destinada a evitar a manipulação de preços no mercado físico de petróleo e pode ser autorizada a coibir fraudes nos mercados futuros. A Commodity Futures Trading Comission também está planejando fixar novos limites de posição em contratos de energia.

Os preços do petróleo mal se moveram desde segunda-feira, mantendo-se acima de US$ 70 o barril, em meio ao aumento da confiança em que a economia mundial está começando a se recuperar, mas dentro de um cenário limitado pela fraca demanda e pelos estoques elevados. As atenções estão voltadas para amanhã, quando o Departamento do Trabalho dos EUA divulgará seu relatório sobre o "payroll" (saldo entre contratações e demissões) de julho. Economistas ouvidos pela Dow Jones preveem a eliminação de 275 mil vagas de trabalho e que a taxa de desemprego nos EUA atinja 9,7%.

Qualquer sinal de recuperação poderá ser incorporado ao cenário, reiterado pelos analistas do Goldman Sachs em relatório divulgado ontem, em que as economias em crescimento começam a consumir mais petróleo do que se pode produzir facilmente. Este temor levou o preço do petróleo a superar US$ 145, num recorde de alta no verão passado no Hemisfério Norte.

Mas, com os estoques de petróleo e derivados extremamente elevados e com a Arábia Saudita e outros produtores capazes de produzir bem mais do que estão produzindo agora, um aperto na oferta parece distante. "Se as pessoas não prestassem atenção ao dólar e às ações e negociassem com base na oferta e demanda, poderíamos facilmente argumentar que os preços deveriam estar em US$ 40 a US$ 50 e não em US$ 70 o barril", disse Peter Beutel, presidente de trading da consultoria Cameron Hanover. "Temos bastante oferta e a demanda está baixa", acrescentou. As informações são da Dow Jones.

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