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03/01/2007 - TI Inside Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Predadores digitais usam novos modos para efetuar fraudes on-line


As previsões para 2007 em relação a segurança da informação são preocupantes em todo o planeta. Especialistas afirmam que os hackers de computadores estão cada vez mais organizados, criando uma nova rede multimilionária de crimes cibernéticos que deve ganhar corpo neste ano, com foco nos serviços de telefonia móvel, mensagens instantâneas, sites de relacionamento on-line e comunidades na web. Crianças e adolescentes, usuários de internet banking e cartões de crédito, marcas de produtos e empresas são os principais focos.

“Se por um lado as pessoas já estão mais espertas quanto à criminalidade digital existente, por outro, as gangues criminosas especializadas em roubos virtuais pela internet exploram novos modos para efetuar fraudes on-line, vendendo produtos falsos e roubando informações secretas e confidenciais das corporações e dos consumidores via web por meio de ferramentas automáticas chamadas keyloggers, que rastreiam as informações digitadas no teclado, tão logo os usuários tenham acesso a um browser de web”, observa George Waller, vice-presidente executivo da StrikeForce Technologies, empresa especializada em soluções para prevenção contra roubos de identidade online.

Para o executivo, o nível de informação e sofisticação da criminalidade digital é crescente. “Trata-se de uma nova onda de ameaças e de softwares maliciosos, que denominamos predatorware. Eles espionam tudo o que a pessoa faz na rede através de novas técnicas de ataque”, explica. “Essas ameaças são extremamente prejudicais e podem causar sérios danos financeiros e pessoais aos usuários da web”, afirma Waller. “Hoje é muito fácil para os ladrões cruzarem as informações e saber exatamente quem é a pessoa e os seus hábitos diários.”

Segundo o vice-presidente executivo da StrikeForce, existem quatro tipos de predadores digitais:

1. Predadores sexuais: Prestam atenção a tudo o que crianças e adolescentes fazem na web, que tipo de arquivos baixam, o que escrevem no teclado, com quem conversam e os tipos de conversas com amigos, onde estão indo e a que horas, quando irão retornar para casa etc.

2. Predadores financeiros: Têm como objetivo descobrir e acessar números de cartões de créditos e contas em bancos sem autorização.


3. Predadores de identidade: Assumem a identidade do usuário, abrem contas, viajam e cometem crimes sob uma suposta identidade que não lhes pertence.

4. Predadores de dados: Colhem todos os tipos de dados para usos múltiplos. Visam principalmente à degradação de marcas e empresas.

“A característica comum a todos esses predadores é que eles têm como ferramenta favorita os sistemas keyloggers, que capturam informações privilegiadas através da gravação secreta de todas as teclas digitadas pelo usuário para uso indevido por criminosos digitais”, diz Waller. Além disso, os predadores também extraem informações de sites que permitem as pessoas deixarem suas imagens e informações pessoais. “Esse tipo de pesquisa ajuda nos ataques de phishing, nos quais as pessoas recebem e-mails fraudulentos que têm como objetivo revelar seus dados de cartões de crédito e senhas para transferências não autorizadas e roubos”, completa.

Os estudiosos de segurança dizem que os crimes pela internet podem ser difíceis de serem combatidos, pois são dispersos e acontecem em diversos continentes e países. “Os cybercriminosos são atraídos pela facilidade de fazer dinheiro, pela velocidade e pelo anonimato oferecido pela internet, por isso é preciso se proteger constantemente”, diz Waller.

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