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07/01/2007 - Gazeta do Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Unimed vai identificar clientes pela digital

Por: Helena Carnieri


A Unimed Curitiba investiu cerca de R$ 40 mil numa tecnologia que facilita a identificação de usuários em clínicas, laboratórios e hospitais e evita fraudes com a carteirinha. A biometria, técnica que permite reconhecer uma pessoa por características físicas, foi implantada experimentalmente em 20 unidades, a exemplo de outras cidades do país.


A boa notícia para o segurado é que o plano pode até ficar mais barato. “No longo prazo, caso seja possível controlar custos com a medida, a economia poderá ser repassada ao cliente”, diz o diretor-presidente da cooperativa de médicos, Sérgio Ioshii.

A utilização indevida de carteirinhas de plano de saúde é responsável por 8% a 10% do custo pago por segurados no país. A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) calcula em 3,5% a redução de custo que terão as operadoras de saúde que implantarem o sistema de biometria.

Ioshii conta que o assunto ganhou relevância porque tanto quem furta um cartão quanto o usuário oficial podem ser responsabilizados criminalmente em caso de uso indevido. Isso porque é dever do titular do plano informar a seguradora sobre o extravio para cancelamento do cartão.

Outro objetivo da mudança é agilizar a recepção do segurado no consultório. A própria solicitação de senha não era mais feita há vários meses para exames de rotina, de forma a evitar atrasos.

Cada equipamento de leitura custa de R$ 300 a R$ 360 e é cedido em comodato ao conveniado. Caso o local não disponha de internet rápida, é preciso instalar. O software de identificação custou à seguradora R$ 30 mil. O plano é ter 250 unidades implantadas até 2009, em 463 locais de atendimento.

A ressalva é feita por um dos médicos da primeira clínica onde o sistema foi implantado. “O único senão é que, para ser cadastrada, a pessoa precisa apoiar o dedo quatro vezes no equipamento”, diz o cirurgião Antônio Kuster Filho. “Nas outras vezes ele é identificado rapidamente.”

Outra ressalva é que a identificação biométrica de crianças e idosos é imperfeita. Para eles, e durante todo o período de testes, o usuário precisará continuar a apresentar a carteirinha.

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