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29/07/2009 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-funcionária de Tânia Bulhões revela à PF esquema de fraude em importações

Grupo Tânia Bulhões é acusado de desviar R$ 150 milhões em impostos. Empresária afirma que, por enquanto, não quer se manifestar.

A ex-analista de importação do grupo Tânia Bulhões, Magali Bertuol, confirmou em depoimento à Polícia Federal as suspeitas de fraude e operações ilegais na importação de artigos de luxo. Investigações da Receita Federal e da Polícia Federal apontam que a empresa teria embolsado R$ 150 milhões com o esquema de fraudes.

Magali também foi alvo da operação policial que atingiu os negócios de Tânia Bulhões, há 15 dias. Na ocasião, a polícia apreendeu computadores, documentos e R$ 2,1 milhões.

A assessoria de Tânia Bulhões informou que ela ainda não tomou conhecimento das acusações e que também não constituiu advogado para acompanhar o caso. Por isso, a empresária prefere não se pronunciar. Procurada pela reportagem, Magali Bertuol não quis dar entrevista.

Magali Bertuol é apontada pela polícia como pessoa extremamente importante no esquema criminoso. Ela disse aos policiais que, por quase seis anos - até abril de 2008 - trabalhou diretamente com a empresária investigada.

Ela conta que, em Miami, um brasileiro ajudava a intermediar as importações fraudulentas. Os fornecedores mandavam a documentação com os valores reais. O intermediário refazia as notas fiscais para mandar os produtos com valor 60% menor.

Além do subfaturamento, Magali revela que os pagamentos eram feitos também por fora, em conta em paraíso fiscal e via dólar-cabo, esquema ilegal de doleiros.
Os pagamentos oficiais eram 30% do valor real da mercadoria. Os outros 70% eram pagos por fora.

A ex-funcionária afirma ainda que foi só em 2006, depois da prisão de Eliana Tranchesi, dona da Daslu, que o grupo Tânia Bulhoes abriu mão das fraudes.

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