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22/07/2009 - Público.pt - Última Hora / Reuters Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cibersegurança: as pessoas são o "elo mais fraco"

Por: Susana Almeida Ribeiro

Estudo da empresa de segurança informática Sophos.

Populares sites de partilha de informações pessoais, como o Facebook, vieram dar aos hackers novas maneiras de roubar informações sensíveis e dinheiro aos internautas, concluiu a empresa de segurança informática Sophos num relatório apresentado hoje.

Hoje em dia, a maioria das empresas tem vindo a bloquear parcial ou totalmente o acesso dos seus funcionários a redes sociais a partir dos seus escritórios, com receio de que eles possam comprometer a segurança da companhia, indica o estudo.

Estas conclusões não deixam de ser surpreendentes, sabendo que os internautas estão avisados, há vários anos, dos perigos de fornecerem os seus dados pessoais em páginas de Internet. Precisamente por via da imprudência dos seus trabalhadores, um quarto das empresas é atingida por problemas de spam, phising (método usado para “sacar” dados bancários) e malware (software malicioso), que chegam através de redes sociais como o Facebook ou através do site de micro-blogging Twitter.

“As conclusões revelam que 63 por cento dos administradores de sistemas têm receio que os funcionários partilhem demasiada informação pessoal através das suas redes sociais, pondo as infra-estruturas das suas empresas - e os dados sensíveis lá armazenados - em risco”, indica o relatório, citado pela Reuters.

A Sophos - empresa anglo-americana que se dedica ao desenvolvimento e venda de anti-vírus - concluiu ainda que o número de páginas contendo malware quadruplicou desde o início do ano passado, com os Estados Unidos a liderarem esta tendência, com 39,6 por cento, mais do que o registado em qualquer outro país. A China posiciona-se em segundo lugar, onde se detectaram 14,7 por cento de páginas web contendo malware.

Hoje em dia são detectados na Internet cerca de 30 mil ficheiros de malware por dia. No ano passado os Panda Labs - os laboratórios da empresa espanhola de antivírus Panda, que o PÚBLICO visitou recentemente - detectaram, globalmente, 20 milhões de amostras deste tipo de software malicioso, o dobro do registado em 2007 e mais do que todo o total detectado nos 17 anos anteriores. A Panda espera este ano identificar 40 milhões de exemplares de vírus.

Qualquer utilizador que não tenha uma boa protecção antivírus está hoje sujeito a que o seu computador fique infectado. O malware chega de toda a parte e em todos os formatos: por mail através de spam, pela Web (com particular incidência através das redes sociais) em formato de popup windows com ficheiros executáveis. Muitos deles até chegam através de páginas que anunciam antivírus mais baratos.

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