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21/12/2006 - Jornal do Estado / Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Seis milhões de maços de cigarros ilegais


O combate ao cigarro falsificado ou contrabandeado do Paraguai jamais foi tão combatido quanto neste ano no Paraná. Segundo balanço da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), desde janeiro foram realizadas 124 operações distintas contra este tipo de produto, e apreendidos mais de 6 milhões de maços no varejo e em blitze nas estradas e distribuidoras. As apreensões no comércio cresceram 30% em relação a 2005. O Paraná mantém a terceira colocação no ranking nacional de comercialização irregular do produto.

O grosso das apreensões foi feito em operações nas estradas, batizadas de Operações Abafa, especialmente no Norte do Estado, rota para levar os cigarros para os mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, os dois primeiros no ranking nacional. Nestas operações — 37 ao longo do ano —foram retiradas de circulação cerca de 6 milhões de maços de cigarros. A indústria do contrabando de cigarros provoca evasão de R$ 1,8 bilhões em impostos não pagos. No Paraná, o não recolhimento de ICMS resulta em prejuízos de R$ 90 milhões por ano.

“No Paraná chama a atenção que quem vende mais é o próprio varejo, diferente do Rio-São Paulo, onde os cigarros ilegais são vendidos principalmente por camelôs”, aponta o diretor da ABCF, Rodolpho Ramazzini. Uma estimativa de 2003 apontava que de cada dez comércios no Estado, seis comercializariam cigarros irregulares.
Neste ano a ABCF com apoio das polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal, fez 45 operações de fiscalização em estabelecimentos comerciais em 42 municípios do Estado. Além de 90 mil maços de cigarros apreendidos, 2.200 comerciantes foram indiciados em inquéritos por falsificação, fraude no comércio, contrabando e descaminho. Outras 50 pessoas foram presas em flagrante por estarem levando grandes carregamentos de cigarros.

Foz do Iguaçu — Até o ano passado a ABCF concentrava o grosso de suas ações na fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu. Mas desde que a Receita Federal apertou a fiscalização na região, a Associação levou seu aparato para os locais onde acontece a comercialização ostensiva. “Então, contando com Foz do Iguaçu, nós apreendemos em 2005 a 150 milhões de maços de cigarros”, conta Ramazzini. Já a Receita Federal verificou uma reduição de 34% na apreensões de cigarros ilegais na aduana de Foz. Isso é reflexo de uma mudança de ação. “O contrabando migrou”, diz Ramazzini.

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