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23/12/2006 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF desmonta fraude de diplomas

Por: Rodrigo Vargas


A Polícia Federal desmontou ontem um esquema fraudulento de venda de diplomas de cursos profissionalizantes e de nível superior. A operação prendeu dois empresários e cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em sete municípios de Mato Grosso e São Paulo.

Em Cuiabá, foi preso o empresário Antônio Signori. Ele é apontado pela PF como um dos chefes da quadrilha, juntamente com o empresário José Manoel da Costa, que foi preso em Campinas (SP). A investigação foi conduzida pelo delegado Eduardo Rogério.

De acordo com a PF, a quadrilha atuava em municípios de Mato Grosso – Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Nova Olímpia – e do interior de São Paulo – Campinas, Sorocaba e Piracicaba. Por intermédio deles, era possível obter um diploma pagando valores entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, por meio de cheques ou notas promissórias.

O esquema era mais elaborado que uma simples falsificação de documentos. Segundo a investigação, várias empresas de fachada eram utilizadas para acobertar a fraude e os interessados, inscritos em cursos de faculdades regulares de São Paulo.

“Os investigados atuavam em âmbito nacional por intermédio de empresas ‘de fachada’, que utilizavam de determinações dos Conselhos de Educação para o credenciamento de cursos para jovens e adultos na modalidade de ensino à distância”, disse a PF, em comunicado.

A fraude se dava no momento de começar o curso, quando os responsáveis pela quadrilha assumiam todas as incumbências dos supostos “estudantes”. “Após encaminharem seus documentos pessoais à quadrilha, recebiam vários formulários em branco, para que fossem assinados. As próprias empresas preenchiam os dados do interessado (respondendo, inclusive, às questões da prova)”.

A PF não conseguiu identificar se os responsáveis pelas faculdades tinham ou não conhecimento do esquema, uma vez que os trâmites seguidos eram idênticos aos de qualquer aluno. Há a suspeita, contudo, da participação de funcionários dessas instituições. Os empresários serão indiciados por formação de quadrilha.

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