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17/07/2009 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Secreta" dos EUA vem ver dólares falsos

Por: Carlos Varela


Elementos dos serviços secretos norte-americanos estão prestes a chegar a Portugal, na sequência da apreensão, pela PJ, de 2,5 milhões de dólares falsos, em Lisboa.

O valor das notas contrafeitas seria superior a 500 mil euros.

A vinda dos elementos dos serviços secretos norte-americanos está associada à necessidade de troca de informação com a Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC), o organismo da Polícia Judiciária que foi responsável pela apreensão dos 2,5 milhões de dólares falsos.

Segundo adiantaram fontes daquela Polícia de investigação, em causa está a numeração dos dólares e a forma de produção, com recurso a "offset" e sistemas informáticos, métodos que servem para aumentar a perfeição das falsificações.

Os norte-americanos querem perceber, designadamente, se existem semelhanças com outras falsificações do género, assim como o destino dos dólares, informação que também interessa aos portugueses.

A UNCC deteve os dois suspeitos no âmbito da designada "Operação Minerva". Um deles é empresário e o outro já tem cadastro naquele tipo de crimes. No entanto, as informações recolhidas pela PJ no âmbito do inquérito, que decorre sob a responsabilidade do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, dão conta de que os dois homens já se preparavam também para falsificar euros.

Foram igualmente apreendidas várias máquinas de "offset", assim como material informático. A maquinaria estava instalada na garagem de uma residência, no Carregado, que foi alvo de buscas judiciais. A casa tem quatro pisos e era habitada por familiares de um dos detidos.

Os 2,5 milhões de dólares, que têm um valor de mercado negro superior a 500 mil euros, estavam divididos em maços de notas de 100 dólares, já arrumados com as cintas do banco central norte-americano, também falsificadas.

O carregamento teria como destino a América Latina ou a Rússia, estava acondicionado numa mala de viagem e circulou por três veículos, num sistema de contravigilância e manobras de diversão, de molde a iludir as autoridades.

Os contactos com os compradores eram estabelecidos em hotéis, onde alguém com uma mala, mesmo cheia de notas falsas, passava facilmente sem ser detectado entre os clientes. Neste caso, o local escolhido foi um hotel Lisboa.

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