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16/07/2009 - Última Instância Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça condena integrante de quadrilha que clonava cartões de crédito


A 9ª Vara Criminal do Rio de Janeiro condenou o acusado Carlos Eduardo Farias Magiezi, integrante de quadrilha paulista especializada em clonagem de cartões de crédito, a oito meses de reclusão por tentativa de falsificação de documento particular —pena que foi substituída por prestação de serviços à comunidade, com regime inicial aberto.

O acusado foi preso em flagrante com outros dois companheiros, Anderson David Ferreira e Donizeti Dias Gonçalves, também denunciados pelo MPE (Ministério Público Estadual), quando tentavam clonar cartões na agência do Citibank Leblon, em 31 de janeiro deste ano. De acordo com a denúncia do MP, o grupo agia de forma consciente e com divisão de tarefas. A prisão da quadrilha foi resultado de investigações da Deat (Delegacia Especial de Apoio ao Turista), devido ao alto índice de clonagem de cartão de crédito de turistas, principalmente dos bancos Citibank e HSBC.

Como prova material, foram apresentados vídeos feitos por câmeras instaladas dentro do banco que mostravam os acusados em ação. No momento da prisão, eles portavam uma sacola com um equipamento denominado “chupa cabra”, utilizado para clonagem, sendo instalado na agência bancária a fim de gravar os dados dos cartões magnéticos.

Para o juiz Luciano Silva Barreto, responsável pelo caso, a prova material e circunstancial apresentada “é robusta e convincente, sobretudo, pela filmagem da ação dos agentes no interior da agência bancária”. Ele ainda alegou que ficou comprovada a intenção em cometer o crime também por conta da divisão de tarefas com outros dois indivíduos.

Ao contrário dos demais acusados, que tiveram aceita a proposta de suspensão condicional do processo por dois anos, Carlos Eduardo não preenchia os requisitos para obter o benefício. O juiz relatou que ele possui outras anotações na Fac (Folha de Antecedentes Criminais) de São Paulo.

Entre outros crimes, ele já foi preso por roubo qualificado, cuja condenação determinou prisão por seis anos e mais 20 dias-multa, conforme decisão da 10ª Vara Criminal, com trânsito em julgado em fevereiro de 1998; e por porte de arma, a dois anos e quatro meses de reclusão pela 13ª Vara Criminal, com trânsito em julgado em 20 de setembro de 2002. O acusado ficou preso por quatro meses. Ele foi condenado às penas dos crimes previstos nos artigos 298 caput, c/c 14, II e 29, todos do CP (Código Penal).

Anderson David Ferreira e Donizeti Dias Gonçalves terão que cumprir as condições de não se ausentarem do Estado e nem mudar de residência sem autorização do juiz, além de comparecer ao cartório de dois em dois meses e não serem presos ou processados por outro crime, sob pena de revogação da suspensão do processo.

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