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14/07/2009 - Jornal de Negócios Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Advogado norte-americano condenado a 20 anos de prisão por fraude

Por: Elisabete Miranda


Mark Dreier, protagonista de mais um aparatoso caso de fraude financeira nos Estados Unidos, foi ontem condenado a 20 anos de prisão efectiva.

Detido poucos dias antes de Bernard Madoff, em Dezembro de 2008, o bem-sucedido advogado norte-americano viu provadas contra ele as acusações de conspiração, fraude e lavagem de dinheiro, adianta hoje o “Wall Street Journal”.

Mark Drier, de 59 anos, era um advogado de sucesso nos EUA. Abriu escritórios em nome próprio em 1996 e, nos meses que antecederam o colapso do seu esquema fraudulento, dispunha de uma equipa de 270 pessoas a trabalhar em Nova Iorque, Los Angles e Pittsburg.

Com a cumplicidade de outros advogados, fez passar-se por representante de duas entidades - a Solow Realty&Developement Co e a Ontário Teachaer’s Pension’s Plan - vendendo notas promissórias (uma espécie de títulos de crédito) falsas aos clientes.

Ontem, durante o julgamento, Drier, que optou por colaborar com as investigações e assumir os crimes, disse estar “arrependido, profundamente arrependido pelo mal e tristeza que causei a tanta gente”. “Nesta altura, tudo o que posso fazer é expressar a minha vergonha e remorso”, disse.

O tribunal condenou-o ainda à restituição de 387,7 milhões de dólares de dinheiro aos clientes e confiscou-lhe 746 milhões de dólares, a pedido das autoridades governamentais.

Vítimas de Stanford processam Governo de Antigua

Numa outra frente, as vítimas de Alan Stanford, o magnata norte-americano acusado do segundo maior esquema Ponzi do país, resolveram processar o governo de Antigua, com quem o banqueiro mantinha estreitas relações.

Segundo o “Financial Times”, os antigos clientes de Stanford alegam que “Antigua trabalhou incansavelmente para proteger o projecto criminoso de Stanford [o banco que emitiu os certificados de depósito estava sedeado no paraíso fiscal] e, em troca, aceitou uma parcela dos seus fundos criminosos”.

Os queixosos, que reclamam uma indemnização de 24 mil milhões de dólares, argumentam ainda que “Stanford” encheu os bolsos de Antigua, e dos seus oficiais, com dinheiro roubado de clientes insuspeitos”.

Stanford está a aguardar julgamento na prisão desde meados de Junho.

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