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16/07/2009 - Gazeta do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia quer identificar mais vítimas de golpistas na região

Por: Ricardo Düren

Conto do Bilhete > Agentes de Venâncio encontraram suspeitos.

A identificação de golpistas que aplicaram o conto do bilhete em Venâncio Aires pode ajudar na elucidação de mais casos semelhantes registrados no Vale do Rio Pardo. Responsável pela investigação que chegou aos estelionatários, a equipe da Polícia Civil de Venâncio está encaminhando fotos dos suspeitos às demais delegacias do Vale do Rio Pardo, para que sejam apresentadas a mais vítimas do esquema. Não se descarta que os mesmos delinquentes possam ter praticado o crime em mais municípios.

Moradores de Sapucaia do Sul, os estelionatários abordaram a aposentada venâncio-airense no último dia 10 de junho, no Bairro Aviação. Um deles afirmava portar um bilhete de loteria sorteado quando o outro se intrometeu na conversa. O prêmio seria de R$ 1,3 milhão e o suposto ganhador prometeu dar R$ 300 mil à vítima se ela o ajudasse a fazer a troca. No entanto, exigiu dinheiro como garantia de que a aposentada não fugiria com o bilhete.

Como havia deixado a carteira de identidade na casa do filho, em Santa Cruz do Sul, a vítima foi buscar o documento de carona no carro dos golpistas, um Vectra preto. Depois o trio retornou e, com a identidade, a aposentada sacou R$ 6 mil de sua conta bancária. Os criminosos desapareceram assim que botaram as mãos no dinheiro.

Segundo o delegado Paulo César Schirmann, a placa do Vectra foi identificada por meio das imagens gravadas na praça de pedágio situada entre Venâncio e Santa Cruz. A partir daí, os agentes localizaram os suspeitos, ambos com antecedentes por estelionato. “Em um caso de conto do bilhete, a identificação dos autores é bastante rara, pois geralmente são pessoas de fora da região que logo desaparecem após o crime”, comenta o delegado.

O automóvel utilizado no golpe foi apreendido e será entregue à Justiça. Ele poderá ser leiloado como forma de ressarcir os prejuízos causados às vítimas. Os agentes também recolheram R$ 3 mil encontrados na casa de um dos suspeitos. De acordo com Schirmann, os estelionatários seguem em liberdade, mas serão indiciados nos próximos dias.

As fotos de ambos poderão agora ser apresentadas a vítimas de outras cidades da região. Só em Santa Cruz, por exemplo, desde o início de 2008 houve quase dez casos de conto do bilhete ou de outros golpes parecidos, como o conto do seguro premiado ou da nota promissória. No caso mais recente, ocorrido segunda-feira, uma aposentada perdeu R$ 10 mil ao acreditar em uma jovem que afirmava ter ganho R$ 1,2 milhão na loteria.

COMO FUNCIONA

•• Uma pessoa aparentemente humilde aborda a vítima e pede ajuda para trocar um bilhete de loteria premiado.
•• Outro golpista se intromete na conversa e, geralmente, simula uma ligação de telefone celular para alguma agência lotérica. Muitas vezes, passa o celular para a vítima. Do outro lado da linha, um terceiro golpista cita os números que aparecem no bilhete do primeiro criminoso como sendo os sorteados.
•• O suposto ganhador pede que a vítima troque o bilhete pelo prêmio e promete recompensa, mas exige dinheiro como “garantia” de que a pessoa abordada “não fugirá com a bolada”.
•• De tempos para cá surgiram novas versões do golpe, onde o bilhete premiado deu lugar a uma nota promissória a ser trocada, ou a um seguro a ser resgatado.

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