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15/07/2009 - Jornal A Tribuna News / ConJur Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionária dá golpe de R$ 3 milhões em Jorge Ben


Beira a RS$ 3 milhões o valor do golpe sofrido por uma das maiores estrelas da música popular brasileira, o cantor Jorge Ben Jor, e sua mulher e empresária, Domingas Terezinha Inaimo de Menezes. O caso é investigado em segredo de Justiça pelo 23º Distrito Policial, na zona oeste de São Paulo. Os policiais que trabalham no caso o apontam como o maior desvio já praticado contra um cantor popular no Brasil. A empresa lesada é de propriedade do casal, e leva o nome de Nagoya Edições e Produções Musicais Ltda.

A principal acusada é uma ex-funcionária de Jorge Ben que, com os anos, ganhou tamanha confiança na empresa do cantor que passou a atuar como se fosse sua empresária. A Justiça quebrou o sigilo de todas as contas da acusada e das empresas que ela mantinha em seu nome. A polícia investiga também o marido da ex-funcionária, que trabalha para um conhecido empresário de estrelas da MPB e, segundo informações, tinha acesso indevido às contas da Nagoya, inclusive aos computadores da empresa. A polícia está analisando os HDs dos computadores da Nagoya e aos emails da funcionária.

Segundo a polícia, a ex-funcionária falsificou a assinatura de Jorge Ben e vendeu direitos de imagem do cantor, sem seu conhecimento, para emissoras de TV. Os policiais identificaram e-mails em que o empresário musical faz ameaças à mulher de Ben Jor, dizendo que se ela levar o caso ao conhecimento da polícia, “logo encontrará Jesus Cristo”.

A mulher do cantor contou à polícia que o caso em 2008 suspeitou das irregularidades contábeis na empresa. Segundo ela, foi contratada então uma empresa especializada para fazer uma auditoria nas contas da empresa. “Constatando que a representada obteve para si vantagem ilícita, em prejuízo da representante; apropriando-se de numerário da empresa; falsificando a assinatura do cantor e emitindo duplicata inexistente, é a presente representação criminal para apurar os crimes de estelionato, apropriação indébita, duplicata simulada e falsificação de documento particular praticado pela ex-funcionária”, afirma na representação feita para abertura do inquérito policial.

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