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11/07/2009 - Rádio Grande FM / Dourados News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Jornal aponta suspeita de fraude em órgãos federais


A Operação Owari, que significa “Ponto Final”, teve mais um desdobramento segundo o jornal Correio do Estado de hoje, 11 de julho. De acordo com gravações de conversas telefônicas e via internet, as quais o jornal teve acesso, foram constatadas suspeitas de fraude em licitações com órgãos federais,
entre eles, a Funai (Fundação Nacional do Índio) e a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).
Em uma das conversas, o filho de Sizuo Uemura, um dos principais envolvidos na Operação, Sizuo Júnior, conhecido como Dinho, diz que iria pedir a Funai que mudasse um edital, já que pediam um caminhão de cor branca, mas ele possuía apenas de cor verde e prata. Outro caso seria na locação de veículos. A empresa Uemura “venceu” editais em que cobrava três vezes mais o valor de um aluguel de carro, em comparação a licitações de outras fornecedoras.

Já referente à Funasa, a irregularidade estaria na contratação de funcionários. Um diálogo entre Ângela Camurci e “Dudu” Uemura eles falavam em “burlar a prorrogação de um contrato” e, ainda, dois servidores, identificados como Donizete e Keila, orientariam Ângela a conseguir dois orçamentos acima do apresentado por uma funerária que também pertence a família Uemura. Outros municípios, como Coronel Sapucaya, Navirai, Rio Brilhante e Douradina, também existem indícios de licitações com relação à empresa.

Ontem foi anunciado ainda que a Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) vai coordenar as investigações. Segundo o Procurador Geral de Justiça, Miguel Vieira, o Gaeco vai dar suporte e subsídios na orientação aos promotores do Ministério Público. Até segunda-feira, também, deverá ser anunciada as demissões dos secretários municipais que foram presos durante a Owari: Darci Caldo (Governo), Sandro Barbara (Saúde), Carlos Ióris (Obras), o vice-prefeito Carlinhos Cantor da função que ocupa como secretério de Serviços Urbanos e ainda os assessores especiais Jorge Dauzacker e Márcia Geromine Fagundes, além da diretora do Instituto do Meio Ambiente, Irionete Ferreira.

A Operação Owaria foi deflagrada na última terça-feira e a conclusão dos inquéritos deve ser feito em princípio no prazo legal de dez dias para quem está preso e de 30 para quem está solto.

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