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19/12/2006 - Corumbá Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil apreende notas suspeitas de falsificação

Por: Rosana Nunes


A Polícia Civil apreendeu por volta das 15 horas desta terça-feira, 19 de dezembro, uma maleta contendo 34 pacotes de cédulas “brutas”, aparentemente falsas, com 500 notas em cada pacote. Um pó “amarelado” envolve o material, como se estivesse protegendo as cédulas, que têm a cor preta. A apreensão ocorreu em uma casa, na rua Tiradentes, centro de Corumbá, após a prisão do camaronês Merlin Patrick Tatang, 40 anos, pelo Garras, em Campo Grande, também nesta terça. A prisão preventiva foi pedida pelo delegado Fabiano Góes Nagata, da Capital, à 2ª Vara Criminal de Corumbá. O delegado titular do 1º Distrito Policial, Valmir Messias de Moura Fé, recebeu pedido de apoio nas diligências em Corumbá para a apreensão da maleta, deixada por Merlin na residência.

Os donos da casa disseram à Polícia que conheciam o camaronês e que ele havia pedido para que guardassem a maleta, porque se tratava de uma “encomenda”. A relação dos donos do imóvel com Merlin Patrick, ainda está sendo esclarecida. De acordo com o delegado, uma testemunha afirmou ao Garras que presenciou quando o camaronês, em Corumbá, abriu uma outra maleta semelhante à apreendida e mostrou as notas dizendo que dali iria “transformá-las” em dólares e que não seriam falsificadas e sim “dinheiro legal”.

O caso intriga a Polícia porque o material apreendido seria uma espécie de “matriz” para originar as notas falsas. Também há a suspeita de que as notas seriam mesmo originais, tidas como “cédulas-tronco”, usadas como mecanismo de proteção contra roubo, e que somente um processo químico as transforma em dinheiro verdadeiro. A maleta com as notas apreendidas será enviada ao Garras, que prosseguirá com as investigações e também irá requisitar perícia ao Instituto de Criminalística.

De acordo com o levantamento policial, cada nota geraria uma cédula de US$ 100, totalizando US$ 1,7 milhão ou R$ 3,9 milhões. O camaronês está sendo investigado por formação de quadrilha, uso de petrechos para falsificação de moeda e estelionato. Outras cinco pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, foram identificadas por envolvimento com Merlin Patrick. A participação delas na eventual falsificação está sendo investigada.



Veja as falsas notas apreendidas

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