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27/06/2009 - PindaVale Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pinda: Captura de senhas e troca de cartões de banco são os golpes mais comuns

Por: Deniele Simões


O delegado do 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, Vicente Lourenço Lagiotto Júnior, faz um alerta para que a população fique atenta quanto aos vários tipos de golpes que podem ser aplicados, tanto no que diz respeito à clonagem de cartões como a captura de senhas bancárias.

Segundo informou o policial, os golpes mais comuns registrados junto à Polícia Civil estão relacionados à captura de senhas, tanto via Internet como aqueles aplicados por golpistas que agem dentro das agências bancárias.

“São dois a três casos por semana”, explica o delegado. Ainda de acordo com ele, a totalidade das ocorrências pode ser evitada se o cliente ficar atento para uma série de itens de segurança.

No caso do golpe aplicado dentro da agência, geralmente ele ocorre após o cliente fazer uma operação no auto-atendimento. “Alguém vem e tromba com ela, dá uma batidinha, o cartão cai no chão, a pessoa vem, abaixa e entrega o cartão para a vítima, mas entrega o cartão usado em golpe anterior”, explica.

Os golpistas costumam agir em duplas ou trios e, enquanto um troca o cartão o outro consegue descobrir a senha da vítima, após ter ficado próximo dela no momento em que ela faz alguma operação no terminal.

O delegado explica que, normalmente, os golpes acontecem em agências bancárias com grande circulação de pessoas e que os golpistas escolhem como vítimas pessoas da terceira idade.

Outro golpe bastante registrado em Pindamonhangaba é a captura de dados bancários pela Internet. Normalmente, a própria vítima acaba fornecendo os dados bancários atendendo a solicitações que chegam de e-mails falsos.

Lagiotto alerta que o banco nunca solicita informações por e-mail. “Os próprios bancos estão com sistemas de segurança bom, mas é aconselhável colocar um anti-vírus no computador. Inclusive há anti-vírus gratuitos, que bloqueiam programas espiões”, explica.

Bloqueio do cartão

O último caso de fraude de cartão em Pindamonhangaba foi registrado no dia 25 de maio, culminando com a prisão de um homem que utilizava tiras de plástico para bloquear os equipamentos de atendimento na agência central do Bradesco.

No caso de o cartão ficar travado, a recomendação do delegado é acionar a central telefônica do banco e permanecer no local até que um funcionário credenciado faça o atendimento, a fim de evitar fraudes e a perda de dinheiro.

Segundo o delegado, esse tipo de crime também acontece, mas geralmente os fraudadores agem aos finais de semana e feriados, quando não há expediente nem funcionários trabalhando nas agências.

Clonagem

Lagiotto acredita que os investimentos dos bancos em programas de segurança tenha diminuído o número de casos de clonagem no país. Hoje, além da senha numérica, há outros dispositivos que aumentam a segurança, como chaves alfa-numéricas, que combinam letras e números, e chips de segurança nos cartões.

Mesmo assim, ele alerta a população para que atente para a existência de equipamentos estranhos
nas agências e que tenham sido colocados de forma incomum. Ele também recomenda que os clientes observem as pessoas que entram na agência e nunca utilizem estranhos para auxílio.

Com relação à clonagem, os golpistas usam um equipamento denominado scanner, também conhecido como chupa-cabra, que colhe as informações do cartão magnético. Mas, para que a fraude se complete, os fraudadores se espalham pela agência, fazendo com que o cliente se direcione para apenas um caixa, onde alguém tentará copiar a senha da vítima.

Ainda de acordo com o delegado, é comum o uso de micro-câmeras para a captura de senha. “Há muito tempo, fizemos o flagrante de uma quadrilha que usava web cam e um link, que transmitia imagens para um carro, que ficava na praça do Cruzeiro”, explicou.

Dentre outras técnicas utilizadas pelos golpistas, o delegado destaca o uso de mulheres grávidas, crianças e outras pessoas para bloquearem o acesso dos caixas, indiretamente fazendo com que os os clientes a utilizassem o equipamento clonado.

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