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25/06/2009 - Brasília em Tempo Real Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe de luxo


Muita gente sonha em ter um Mercedes-Benz, mas a compra do carro de marca alemã virou um pesadelo para a psicóloga Jovita de Aguiar Den Tandt. Ela teve os documentos furtados em 2003 e, quatro anos depois, foi surpreendida por multas do veículo que não havia comprado.

Na mesma época, o banco que financiou o carro começou a cobrar as parcelas não pagas. Além disso, a instituição financeira também financiou um colchão de luxo no nome dela.

A psicóloga procurou o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), que entrou na Justiça pedindo indenização por danos morais. A causa foi ganha e ela vai receber R$ 7 mil do Banco Finasa.

Jovita não é a única consumidora a sofrer esse tipo de golpe no Distrito Federal. Segundo José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec, o número de reclamações por conta de fraudes como essa subiu 40% neste ano.

Por mês, o instituto registra de quatro a seis ocorrências. Em 2008, 10 associados do instituto em Brasília tiveram que recorrer ao Judiciário nessa mesma situação.

Para se livrar das multas, Jovita teve de provar ao Departamento de Trânsito (Detran) que o carro, apesar de estar no nome dela, foi comprado por outra pessoa.

Ela tentou provar, para o banco, a fraude, mas não teve sucesso. “Eu descobri o carro, que tinha mais de R$ 3 mil em multas, e o número de pontos na carteira no Detran já havia estourado”, conta.

Segundo Jovita, o banco não deu sossego a ela e cobrava as parcelas do carro. A consumidora, que teve o nome incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e na Serasa só começou a se ver livre do pesadelo quando procurou o Ibedec.

“É importante a pessoa fazer o bloqueio do CPF (Cadastro de Pessoa Física) na Serasa e no SPC para que seja exigido o boletim de ocorrência todas as vezes que aquele documento for usado em uma compra”, ensina Jovita.

Tardin orienta as vítimas dessas fraudes a sempre buscarem ajuda de um instituto de defesa do consumidor. “Em casos mais extremos, a pessoa pode se deparar até com uma execução judicial e penhora de bens para pagar uma dívida que nunca contraiu”, afirma o presidente do Ibedec.

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