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24/06/2009 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Telefonia: operação Conexão pega mais um


Depois de três meses de investigações referentes a fraudes envolvendo operadoras de telefonia celular, Helder do Socorro Araújo Oliveira, de 44 anos, foi preso na tarde de ontem e autuado por crime de receptação qualificada na Divisão de Repressão ao Crime de Tecnologia, na Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

De acordo com a delegada da Divisão, Beatriz Machado, desde maio deste ano que a polícia vem trabalhando na investigação deste caso. Foi descoberto que Helynton Orlando Baia do Nascimento, suposto comparsa de Helder, hoje preso, tinha acesso ao sistema de telefonia das empresas TIM e VIVO e a partir destas informações conseguiam dados de clientes antigos, trocavam pontos acumulados de ligações por celulares novos, gratuitos e de última geração com as empresas, em seguida, começavam a vender. Esta venda ilegal tinha direito a notas fiscais com carimbos de diversos cartórios em Belém.

Helder poderia ser um dos principais negociantes de Helynton, que ao ser detido revelou a informação. Depois de expedido o mandado de segurança, policiais civis foram até a residência de Helder, na manhã de ontem (23), localizada na travessa Lomas Valentina, no bairro da Pedreira. Ao chegarem lá, encontraram 100 telefones celulares, entre novos com a embalagem e usados, cartões de recarga para os aparelhos, carregadores, 300 chips e dezenas de cheques. Helder foi preso e teve que prestar depoimento.

As notas fiscais encontradas eram expedidas no nome de Helynton e de terceiros. Ele usava o nome de clientes das operadoras para não ser reconhecido em determinada loja.

Há suspeitas por parte dos policiais que pessoas com acesso ao sistema de telefonia destas empresas estejam envolvidas e que os cartórios que autorizaram as autenticações destes documentos sejam investigados.

“Quando este tipo de fraude começou a acontecer, a conta de muitos clientes vinha alta e não sabendo o porquê reclamavam com a operadora, que sem justificativas tinha que ressarci-los, até porque eram os clientes mais antigos. Este caso encerra a Operação Conexão”, diz o delegado. As operadoras, no entanto, ainda não contabilizaram quanto já tiveram de prejuízos com o desfalque.

Segundo informações da polícia, as notas fiscais serão encaminhadas para o Instituto Médico Legal (IML) a fim de que passem por procedimentos de perícia e se descubra a sua legalidade. Enquanto isso, as investigações continuam na Divisão de Repressão ao Crime de Tecnologia, ligada à DRCO.

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