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24/06/2009 - O Diario do Norte do Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Em cinco meses e meio, Procon aplicou R$ 385 mil em multas

Por: Carla Guedes

Procon de Maringá multou, em 2009, 23 instituições financeiras. Motivos para as sanções vão desde a cobrança indevida de boleto bancário até a demora na fila de bancos.

O Procon de Maringá multou, entre janeiro e a primeira quinzena de junho deste ano, 23 instituições financeiras. As multas somam R$ 385,6 mil e foram aplicadas por cobrança indevida da taxa de emissão de boleto bancário, cobrança de juros de prestação vencida acima do valor de contrato, demora acima de 20 minutos na fila de bancos, falta de senha de espera — ou ausência de horário impresso no comprovante — e falta de assentos para os clientes que aguardavam atendimento dos caixas.

As sanções foram aplicadas a cooperativas de crédito, administradoras de cartões, bancos e financeiras. No total, foram emitidas 93 notificações. Quinze bancos foram autuados. O Procon não informou o valor das multas separadamente. A demora nas filas de bancos tem demandado maior esforço do órgão.

Segundo o diretor do Procon de Maringá, Dorival Dias, em algumas agências bancárias a quantidade de funcionários que atendiam nos caixas foi ampliada logo que os fiscais do órgão entraram. “A tática dos bancos não tem dado certo porque já havíamos pensado nessa possibilidade”, diz.

Antes dos fiscais identificados com coletes do Procon entrarem nos bancos, representantes do órgão, sem identificação, aguardam nas filas e cronometram o tempo de espera na fila. “Fazemos isso para não dar chance aos bancos mascararem o problema e resolvê-lo só no instante que o fiscal está na agência.”

Ao longo das fiscalizações, o tempo máximo que os fiscais à paisana aguardaram em filas de bancos foi cerca de 40 minutos. Na próxima semana, o Procon voltará às agências para verificar se a situação mudou. Segundo Dias, depois que o órgão passou a intensificar a fiscalização a reclamação de clientes sobre o tempo de espera em filas caiu. “Alguns bancos estão se adequando”, afirma.

Ainda é cedo

O vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, Luiz Pereira, diz que ainda é cedo para afirmar se o tempo de espera reduziu. De acordo com ele, os clientes ainda não relataram como passou a ser o atendimento depois da sequência de notificações no mês passado. “Pode até ter diminuído um pouco, mas não sabemos se é suficiente”, observa.

O Procon possui três fiscais para dar conta das cerca de 300 reclamações diárias que o órgão recebe. “Se dobrássemos o número de fiscais ainda haveria serviço para todos eles.” No mês passado, o Sindicato dos Bancários entregou ao Procon um abaixo-assinado com 7 mil assinaturas solicitando providências sobre o tempo de espera nas filas. “O maior problema dos bancos é justamente a fila”, considera Pereira.

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