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23/06/2009 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso homem que usava cartões de crédito em nomes de políticos


A polícia fluminense prendeu o mineiro Wanderson Fonseca de Assis, de 27 anos, acusado de usar cartões de crédito com nomes de políticos. Com o homem, que era foragido da Justiça de Minas Gerais, foram encontrados identidade e cartão de crédito com o nome de Roberto Requião, governador do Paraná, correspondência com a senha para um cartão de crédito em nome de Aécio Neves, governador de Minas Gerais, e um cartão do Itaú em nome de Carlos Alberto Richa, o Beto Richa, prefeito de Curitiba.

Assis também tinha fichas de cadastro de empresários, que a polícia acredita que seriam usadas para aplicar golpes. O homem foi localizado no Rio depois de a polícia receber uma denúncia de operadora de cartão de crédito de São Paulo. De posse dos dados de pessoas famosas, ele ligava para a administradora e solicitava o cartão. O endereço de entrega era o da sua casa, em Japeri, na Baixada Fluminense. Ele também chegou a pedir um cartão adicional de um empresário paulista no seu próprio nome. Assis, condenado a 27 anos de prisão em Minas por estelionato, roubo e tráfico, comprava eletrodomésticos e os revendia. O valor total do golpe ainda será apurado com as operadoras de cartões.

Nesta terça-feira (23), policiais da 63.ª Delegacia de Polícia (Japeri) orientaram a namorada de Assis a marcar um encontro com ele em um shopping na Baixada Fluminense. O chefe de investigações da delegacia, Paulo Roberto Afonso, se disfarçou de mototaxista e levou a moça a três endereços diferentes - desconfiado da movimentação da polícia, Assis preparava a fuga para Minas Gerais e trocou o ponto de encontro para escapar do cerco. Ele foi preso assim que chegou ao centro de compras e não reagiu.

Aos policiais, o estelionatário contou que foi prestador de serviço de uma operadora de telefonia e tinha senha para ter acesso ao cadastro dos clientes da empresa. Dessa maneira, teria obtido dados de políticos e empresários. As informações ainda serão checadas pela polícia. Os policiais também vão entrar em contato com os políticos que tiveram o nome utilizado pelo criminoso. Assis foi encaminhado para a Polinter.(AE)

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