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22/06/2009 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha especializada em falsificação de documentos é denunciada


Quatorze integrantes de uma quadrilha especializada na venda de documentos falsos e em interceptações telefônicas ilegais foram denunciados pelo Ministério Público Federal do Espírito Santo (MPES). A quadrilha era chefiada pelo motorista Wilson Rangel Torrezani, preso pela Polícia Federal no último dia 27 de maio, durante a deflagração da Operação Capelo.

De acordo com informações do MPES, além de Wilson, outras oito pessoas faziam parte do núcleo da quadrilha: a mulher de Wilson, Isabel Cristina Torrezani, seu tio, Joeni Monteiro da Silva, além do instrutor de auto-escola Fábio Batalha Simões, do vigilante Leonardo Marques da Rocha e sua mulher, Wanda Filipe dos Santos, do vigilante Walace Ferreira de Moraes, Emanoel Messias Auer de Oliveira e de Marcos Maretto, que atuavam intermediando a venda dos papéis.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Wilson, acompanhado de sua mulher, chegou a criar duas escolas de nível médio que só existiam na internet, o Instituto Educacional Prelúdio e o Instituto Educacional Meaípe, em nome das quais emitiam os diplomas falsos. O grupo também vendia CPFs, carteiras de identidade, carteiras de habilitação e atestados médicos.

O segundo núcleo da organização criminosa liderada por Wilson, envolvido com interceptações telefônicas ilegais, era composto por um funcionário de uma empresa terceirizada, Valmir da Paixão Lisboa, pelo detetive particular Paulo Mendes e por seus dois filhos, Marcelo Batista Mendes e Glaucio Batista Mendes, também detetives, e por Cláudio Márcio Martins dos Santos.

Todos os 14 integrantes da organização criminosa responderão por formação de quadrilha, cuja pena é de um a três anos de cadeia. Wilson e Isabel Torrezani vão responder também por falsificação de documento público, cuja pena pode chegar a seis anos de cadeia, e por realizar interceptação de comunicações telefônicas sem autorização judicial. A pena para quem pratica esse crime é de dois a quatro anos de reclusão.

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