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08/06/2009 - O Pioneiro Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Policiais têm capacitação para investigar crimes virtuais

Por: Juliana Almeida

Previsão é que delitos cibernéticos aumentem nos próximos 15 anos.

Para os próximos 15 anos, a Polícia Federal prevê um crescimento dos crimes virtuais, que já fazem vítimas diariamente por causa das mudanças da tecnologia. Até 2024, o órgão pretende criar 27 unidades de repressão em todos os Estados do Brasil e capacitar mais policiais para investigar as ações dos criminosos.

Em outra esfera, no Rio Grande do Sul, policiais civis passam, desde 2007, por um curso sobre os crimes praticados na internet. No final de maio, em Caxias do Sul, 30 policiais, entre agentes e delegados participaram da capacitação, realizada na Faculdade da Serra Gaúcha, ministrada pelo delegado Emerson Wendt, titular do Serviço de Interceptação de Sinais da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul.

Os principais crimes que os policiais devem estar preparados para investigar são as fraudes bancárias e a exploração de crianças e adolescentes pela internet, a pedofilia infantil. Por trás de uma tela de computador, os criminosos do mundo virtual, utilizam as falhas de segurança em softwares e também lacunas deixadas pelas pessoas para praticar os crimes.

— No momento em que eu não tenho uma senha segura, um sistema operacional e um antivírus atualizados, eu estou completamente desprotegido para a navegação na internet — alerta Wendt.

Em Caxias, a Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) recebe de um a dois casos por mês de crimes praticados pela internet. A titular da especializada, delegada Suely Rech, explica que a maioria dos casos é de calúnia, ameaça e difamação. Ela e outros dois servidores da delegacia participaram do curso.

— Nós temos investigações em andamento e a maioria dos casos envolve MSN, Orkut, criação de perfis falsos, ameaças, brigas em escolas e adolescentes enganados por outras pessoas para, por exemplo, enviar fotos nuas e depois passam a ser ameaçadas — cita a delegada.

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