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08/06/2009 - Circuito Mato Grosso Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Manchete A Gazeta: "Réu confirma que utilizava os nomes de três "laranjas"

Por: Ana Paula Bortoloni


O corretor René Santos Oliveira confirmou ontem que usou nomes de "laranjas" para fazer negociação comercial no ramo de hortifrutigranjeiros. Considerado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) como o "testa de ferro" do empresário Júlio Uemura na suposta organização criminosa descoberta durante a operação "Gafanhoto", René afirma que tinha autorização dos proprietários das empresas Canadá Comércio Atacadista de Produtos Alimentícios, Sewal Hortifruti e Tradexco Comércio Importação e Exportação de Gêneros Alimentícios para falar em nome deles e comprar frutas e legumes, mas não considera isso um crime, apenas uma atitude "corriqueira" da profissão. "Neste ramo, a relação é de confiança. Não era uma autorização formal, por escrito, mas informal". René afirma ter relação de amizade e comercial com Uemura e ser inocente.

As 3 empresas citadas são apontadas como "laranjas" no suposto esquema. Segundo a denúncia, René entrava em contato com empresários de vários estados utilizando os nomes de tais proprietários para comprar mercadorias. No começo, os cheques repassados pelos "laranjas" eram descontados normalmente, mas após algumas remessas começavam a voltar e os pagamentos não eram mais feitos. "As suas ações constantes de buscar "laranjas", vítimas e também intermediadores para sua apresentação, aliada a sua grande capacidade de persuasão, característica muito importante para o desenvolvimento do núcleo principal do tipo de estelionato, permitem revelar que René Santos Oliveira surge como ator proeminente na concretização dos golpes", diz a denúncia.

Conforme o documento, as mercadorias adquiridas eram repassadas para Júlio Uemura para serem revendidas no mercado de Cuiabá através da Atacadista Uemura.

Das 3 empresas citadas, apenas o proprietário da Canadá, Claudomiro Alexandre de Lima, o "Miro", não figura como acusado. Os sócios-proprietários da Sewal, Valdomiro Fernandes da Silva, e da Tradexco, Laerte Botelho Feijó e Francisco Fernandes Sobrinho, o "Nandinho", são réus no processo. René foi o terceiro dos 15 denunciados interrogados ontem pelo juiz da 15ª Vara Criminal de Cuiabá, José Arimatéia.

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