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29/05/2009 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-funcionária afirma ter servido de laranja para golpes virtuais

Comprovantes de movimentações bancárias foram enviadas para a Polícia Federal.

Foram enviados nesta sexta-feira (29) à Polícia Federal, os produtos apreendidos na quarta-feira (27) na sede da loja virtual Stopplay, em Ribeirão Preto. Computadores, notebooks e outros equipamentos de informática foram encontrados no local.

Além dos produtos, foram encaminhados à PF comprovantes de movimentação bancária de uma ex-funcionária da loja. A mulher que serviria de “laranja” disse à polícia que emprestou o próprio cartão da conta-corrente para o dono da empresa. Os extratos mostram que em julho, o saldo apresentava R$ 4 reais. A partir de agosto, os demonstrativos apontam para vários depósitos feitos nos valores entre R$ 3 mil e quase R$ 100 mil.

A polícia vai usar os comprovantes para investigar a origem do dinheiro e para quem ele foi destinado.

A Receita Federal vai analisar se as notas fiscais apresentadas pela empresa são verdadeiras e se correspondem aos produtos apreendidos. As hipóteses de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos serão investigadas pela Delegacia Tributária e pela Polícia Federal.

A empresa é suspeita de vender produtos eletro-eletrônicos pela internet e não entregar as mercadorias aos clientes.

O inquérito já inclui denúncias de quase 100 pessoas de todo o Brasil. A aposentada Marlene Rios, prestou depoimento nesta quinta em Ribeirão Preto. Em outubro de 2008, o filho dela que mora no Estado de Santa Catarina, comprou uma câmera fotográfica pelo site da Stopplay e nunca recebeu o produto. A empresa também não devolveu os R$ 930 reais pagos na época.

Nove ações civis públicas já foram movidas por clientes que acusam a empresa de ter recebido o dinheiro sem nunca entregar o produto.

De acordo com o delegado Luiz Geraldo Dias, a quebra do sigilo bancário da empresa pode ser pedida ao final das investigações. A polícia calcula que o total dos prejuízos causados aos consumidores chegue a R$ 5 milhões.

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