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29/05/2009 - Decision Report Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Indústria aposta em biometria vascular

Por: Moacir Drska


Estudo realizado pelo IBG (International Biometric Group) prevê um movimento de US$ 9, 37 bilhões em biometria no ano de 2014. Uma das apostas de uso é a biometria vascular baseada nas veias das mãos, que já está sendo aplicada em países como Japão, EUA e França. Segundo especialistas, a biometria vascular apresenta mais precisão e segurança na autenticação do usuário em relação a outros sistemas como a digital (dedos) - mais utilizada pelo setor corporativo.

“Cada ser humano tem um padrão único de veias e o fato dessa estrutura estar dentro do corpo, dificulta ao máximo qualquer tipo de fraude”, explica Wilson Kimio Tagata, gerente de novos egócios da Hitachi Brasil e um dos palestrantes do Seminário Febraban de Certificação Digital e Biometria, realizado nesta quint-afeira, 28/05, em São Paulo.

“No Japão, já existe até um protótipo do leitor biométrico das veias do dedo para que o usuário possa dar partida em seu carro, além de pesquisas para que se possa combinar essa tecnologia com o Finger Print, possibilitando a identificação no mesmo dispositivo”, cita o executivo. Ele ainda acrescenta que o equipamento, batizado de Finger Vein Reader, já é aplicado em ATMs e em soluções de controle de acesso a cofres e substituição de cartão de ponto, entre outras funções

Apelo ao usuário

Ao lado de aspectos como maior confiabilidade e velocidade na identificação, a higiene também foi apontada como uma das vantagens da biometria vascular por Murilo Cesar Ramos, System Engineer da Fujitsu do Brasil, que também já oferece um sensor baseado na leitura vascular para áreas como Bancos, Finanças e Saúde. “No Palm Secure, a identificação é feita sem nenhum contato físico do usuário. A mão fica a cerca de 3 cm do aparelho e o padrão de veias é detectado através de raios infravermelhos. A partir daí, o sistema gera um template, que é gravado em um cartão ou em um banco de dados”.

Ramos também ressalta o fato do sensor não trabalhar com luzes, imagens ou qualquer tipo de constrangimento para o usuário. “Essa tecnologia foi desenvolvida com foco na aceitação do usuário. Esse é o grande apelo do produto. Não adianta desenvolver uma tecnologia super avançada se o usuário rejeitar aquela aplicação”. Seguindo essa linha, a Fujitsu também já disponibiliza uma solução para facilitar a vida do usuário e das instituições que buscam proteção contra fraudes: um smart card que combina os recursos da biometria com a certificação digital.

“Ele é usado para identificação, transações no ATM e assinatura em transações específicas. O template do usuário fica no cartão e não é transportado para o ATM, o que começa a dificultar os golpes, além de eliminar a necessidade dos bancos em gerenciar alguns processos de segurança e diminuir o custo de administração de senhas”, explica Murilo.

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