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29/05/2009 - Hoje Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem é preso por oferecer casas do governo federal

Por: Patricia Santana


O comerciante José Alexandre Aurora, 40 anos, foi preso em flagrante na manhã de ontem no Jardim Novo Mundo, em Goiânia. Ele é acusado de oferecer casas do programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, em troca de uma “taxa de manutenção” no valor de R$ 20. Com ele foram apreendidos mais de mil formulários falsos do programa, centenas de cartões de visita com foto e telefone do suspeito e R$ 130.

Em entrevista, José alegou que a taxa era cobrada para legalizar a situação jurídica da Associação Habitacional Moradia Digna, a qual não está registrada. “Eu fiz uma reunião e expliquei pra população que o dinheiro era para organizar a vida jurídica da associação. Era apenas uma doação”, alegou. Para a polícia não há dúvidas de que o acusado agiu de má-fé. “Ele tinha a intenção de ganhar muito dinheiro. É um estelionatário”, afirmou o delegado Jair Bastos Emanuel Sobrinho, titular do 19º DP.

Segundo a polícia, além da taxa de inscrição o golpista fornecia também dados de uma conta bancária em seu nome aos “associados” para que depositassem todos os meses uma taxa no valor de R$ 10. De acordo com o delegado, pelo menos 20 pessoas foram enganadas pelo comerciante. “Existem vários cadastros e cópia de documentos pessoais de outras pessoas, vamos entrar em contato e tentar devolver o dinheiro”, afirmou o delegado.

A doméstica Norma Costa dos Anjos, 36 anos, estava fazendo a inscrição no momento da prisão. Ela disse que ficou sabendo das inscrições através dos pais, que participaram da reunião de domingo. “Quando eu cheguei ele disse que eu tinha que pagar 30 reais hoje para garantir minha casa. E que todos os meses eu teria de depositar 10 reais”, contou.

Para a Secretaria Municipal de Habitação de Goiânia não há dúvidas de que se tratava de um golpe. “Ele usava o nome do presidente, do governador, do prefeito e até de deputados para ganhar credibilidade. É um enganador”, informou a assessoria de comunicação do órgão.

As fichas eram distribuídas junto a uma senha de atendimento no supermercado de José e as pessoas eram atendidas na sede do Centro de Convivência dos Idosos, localizado na Praça Jorge Washinton. De acordo com a direção da instituição, eles não tinham o conhecimento do golpe e cederam um espaço a José na tentativa de contribuir para a “associação”.

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