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28/05/2009 - Cosmo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Trio é preso suspeito de abrir empresa com laranjas

Por: Bernardo Medeiros

Todos foram indiciados por estelionato, uso de moeda falsa, receptação e falsificação de documentos.

A Polícia Civil de Campinas prendeu na tarde desta quinta-feira (28) três homens acusados de abrirem uma firma com laranjas para concorrer a licitações de saneamento básico. Entre os presos está Cleuber Sobrinho, ex-vereador pelo PSB em Santa Clara d´Oeste. Ele, Rodrigo França Viana, 23 anos, e Adriano Bittencourt da Cruz, 31 anos, foram presos em um escritório na Avenida Andrade Neves. Todos foram indiciados por estelionato, uso de moeda falsa, receptação e falsificação de documentos.

No local, a polícia encontrou 10 cartões bancários em nome de outras pessoas, além de cheques, duas notas de R$ 50 falsas e documentos falsificados. Ao menos outras duas pessoas serão investigadas por participação no crime.

O caso começou a ser desvendado há 10 dias, quando um empresário descobriu, no cartório, que havia adquirido parte da empresa. Uma conta no Banco Itaú também havia sido aberta. 'Fui assaltado em novembro, quando levaram meus documentos. Cancelei todos, mas eles fizeram uma falsificação em cima dos meus dados e reconheceram firma no cartório. Quando cheguei lá, vi que a assinatura não era minha. Depois, recebi uma ligação do banco, parabenizando pela abertura da conta' , diz a vítima, que passou as informações à polícia.

Pelas informações da polícia, a empresa existe desde 1996, mas passou para o nome da vítima e de Rodrigo Viana em abril. O antigo dono, que não teve a identidade revelada, será investigado. Além da empresa, ele era o responsável pela locação do escritório em que o trio foi preso. 'O uso da empresa ainda será investigado, mas a suspeita é de que ela seria usada para algo maior, já que entre os envolvidos está um político e uma empresa de saneamento básico costuma participar de licitações de Prefeituras' , disse o delegado responsável pelo caso, Luís Augusto Mita, do setor de crimes contra o patrimônio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). 'De concreto, temos que uma empresa foi transferia para o nome de uma vítima, que também teve o seu nome usado na abertura de uma conta', completou.

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