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27/05/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende quadrilha especializada em grampos ilegais e falsificação de diplomas no Espírito Santo


VITÓRIA - Uma quadrilha que realizava escutas telefônicas ilegais e falsificava diplomas escolares no Espírito Santo foi presa pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira. A operação "Capelo" foi desencadeada nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Guarapari, Piúma e Itarana. De acordo com a corporação, foram cumpridos nove mandados de prisão e 17 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal Criminal de Vitória.

As investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delefaz), que começaram há cerca de três meses, apontaram para a existência de um grupo especializado na realização de "grampos" clandestinos, segundo a PF.

Detetives particulares, motivados por questões financeiras ou por interesses pessoais, "grampeavam" os telefones de seus alvos e passavam semanas espionando as vítimas das escutas. Posteriormente, os diálogos ilegalmente interceptados eram vendidos aos clientes ou utilizados para alcançar objetivos escusos.

Os gravadores eram colocados nos armários de telefonia existentes nas ruas das cidades e, diariamente, um dos membros da quadrilha abria os armários para trocar as fitas com os diálogos já gravados.

Os acusados contavam com a participação de um funcionário de empresa terceirizada por concessionária da área de telefonia, que fornecia aos demais membros da quadrilha todas as informações necessárias à realização das escutas, tais como localização do armário de telefonia e o fornecimento da chave. Também, integravam o grupo um policial militar e um ex-policial militar.

Diplomas

Paralelamente, outra parte do bando, também encabeçada pelo mesmo líder, especializou-se na produção e comercialização de diplomas falsos.

Os anúncios para venda dos documentos eram livremente exibidos na internet e qualquer interessado poderia adquirir um diploma de 2º grau ou mesmo de curso técnico pagando a quantia exigida. O nome da operação, Capelo, é uma referência ao chapéu utilizado por formandos durante a cerimônia.

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