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26/05/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ladrões instalam notebook em caixa eletrônico para roubar senhas de clientes no Mato Grosso do Sul


CAMPO GRANDE - A Polícia Civil de Campo Grande vai começar a investigar a tentativa de estelionato contra o Unibanco em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ainda não há previsão para início dos interrogatórios, mas o segurança que descobriu a fraude deve ser o primeiro a depor. Os demais funcionários da agência bancária também deverão ser convocados. As imagens do circuito interno do banco devem ser solicitadas.

Segundo o delegado Fabiano Ruiz Gastaldi, ainda não se sabe como o segurança descobriu os aparelhos instalados no caixa eletrônico, se algum cliente do banco chegou a ser prejudicado e para onde as informações eram enviadas. Funcionários do banco também deverão ser ouvidos.

O teclado do caixa eletrônico foi trocado por um semelhante, que estava conectado a um notebook e celular instalados dentro do caixa. Quando os clientes fossem fazer qualquer operação, as senhas e outras informações sobre a conta, que poderiam ser utilizadas para a clonagem, eram transmitidas diretamente para os bandidos. Os eletrônicos usados no crime serão encaminhados à perícia.

O aparelhos foram encontrados na tarde do último sábado em uma agência do Unibanco que fica na Cândido Mariano. O gerente Alex Oliveira Salles recebeu uma ligação da empresa de segurança Sebival avisando que haviam equipamentos eletrônicos instalados em um dos caixas. Ele então disse ao vigilante para desconectar os aparelhos e levar à polícia. Quando o segurança desconectou os aparelhos, o celular tocou e recebeu uma mensagem dizendo que mais 30 computadores estariam instalados em outros locais.

O notebook copiava as informações digitadas pelos clientes no terminal. O sistema tinha até carregador de baterias.

- A pessoa utilizava o cartão dela e os dados eram emitidos direto para o notebook, então, no final, na última mensagem ao invés de falar que a transição foi confirmada dava um erro. A transação dava um erro e a pessoa não conseguia fazer a transação. Mas ela já havia passado o cartão, o que gerava um clone e já havia digitado a senha onde os autores já havima roubado, capturado a senha das pessoas - explica delegado Fabiano Gastaldi.

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