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22/05/2009 - Jornal A Tribuna Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça nega pedido de sequestro dos bens de suspeito do golpe


A Justiça de Criciúma não autorizou o sequestro dos bens do empresário suspeito de ter aplicado um golpe de R$ 20 milhões e negou o pedido de busca e apreensão nas empresas do acusado. As solicitações foram feitas pela Polícia Civil. Na noite de quarta-feira, a Justiça também negou o pedido de prisão temporária do empresário. O inquérito sobre o caso está sendo presidido pelo delegado da Central de Polícia, Ulisses Gabriel, que continua ouvindo pessoas sobre o caso.

O empresário entrou com uma ação cautelar de exibição de documentos em desfavor de empresas de factorings da região. No entanto, a Justiça indeferiu todos os pedidos. Há poucos dias, duas empresas entraram na Justiça com um pedido de arresto (medida cautelar de apreensão) das mercadorias comercializadas pelo empresário. "A partir de agora, elas ficarão em poder das empresas", explica Carlos Alberto de Souza Júnior, advogado do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil (Sinfac).

Segundo a polícia, o empresário é acusado de ter aplicado o golpe no mercado de empresas de factoring da região Sul. Cinco empresas confirmaram um prejuízo de R$ 7 milhões. A fraude seria cometida com o uso de duplicatas sem origem, que eram vendidas aos empresários.

Além de factorings, os títulos de créditos chegaram a ser negociados em agências bancárias. O acusado deve responder por estelionato, falsidade ideológica, emissão de duplicatas falsas, crime continuado e formação de quadrilha.

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