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15/05/2009 - UOL Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Secretário de Justiça britânico é suspenso por suspeita de fraude milionária em reembolso


Um secretário de Justiça do Reino Unido foi suspenso de suas funções e é investigado por quebra do regulamento ministerial após uma denúncia de que ele teria pedido reembolso de auxílio-moradia de valor muito superior à quantia que ele gastava por mês.

A denúncia foi feita pelo jornal britânico "The Daily Telegraph". De acordo com reportagem do jornal, Shahid Malik teria pedido o reembolso de 66.827 libras (cerca de US$ 101.800 dólares) ao longo de três anos para pagar as contas de uma segunda residência em Londres. Porém, diz a reportagem, o secretário pagava um aluguel de 100 libras (cerca de US$ 150) por semana por sua residência principal nos subúrbios da capital inglesa.

O atual escândalo relacionado ao uso de dinheiro público para fins privados já atingiu parlamentares, mas esta é a primeira vez que um membro do gabinete do primeiro-ministro Gordon Brown é suspenso sob esta acusação.

Além do aluguel, Malik também teria conseguido um reembolso de 730 libras (cerca de US$ 1.100) por uma poltrona de massagem e mais 1.000 libras (US$ 1.520) do Parlamento, com as quais comprou um home theater.

O secretário negou as acusações do "Telegraph". Ele afirmou que os gastos foram "legítimos" e que respeitou o regulamento "ao pé da letra". "Não tenho que pedir desculpas. Não fiz nada de errado", disse Malik à BBC.

Um porta-voz do gabinete de Gordon Brown afirmou que o resultado das investigações determinará se Malik será destituído ou se poderá retomar suas atividades.

O escândalo dos gastos de dinheiro público para fins particulares explodiu depois que o "Daily Telegraph" publicou uma lista de pedidos de reembolso que vazou do Parlamento, há mais de uma semana. Os itens incluíam alimentação, móveis, consertos em residências e até pagamentos de hipotecas que não existiam. Alguns parlamentares chegaram a devolver dezenas de milhares de dólares para fundos públicos.

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