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02/12/2006 - Notícias da Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Banco do Brasil não sabe como quadrilha clonava cartões de crédito. Correntistas correm para trocar senhas e polícia ainda faz mistério


RIO BRANCO, AC - O Núcleo de Inteligência do Banco do Brasil informou que desconhece a metodologia utilizada pela quadrilha que clonava cartões de créditos em Rio Branco. O banco, que também não sabe quantos correntistas podem ter sido lesados, ainda não se pronunciou oficialmente desde que os três principais acusados foram presos, nesta segunda-feira, quando tentavam copiar os dados do cartão de credito da funcionária pública Erocléia Dourado de Oliveira, de 38 anos

A ação da polícia foi rápida e aconteceu dentro de uma agência do BB do centro da cidade. Os estelionatários se prontificaram a ajudá-la, mas no local havia um agente federal, na condição de cliente, que percebeu a atitude estranho do bandido e pediu auxílio da Polícia Militar.

Um equipamento definido como “chupa cabra”, um notbook e vários cartões possivelmente clonados foram apreendidos em poder da quadrilha e ainda não foram periciados.

Os acusados presos são: Francisco Assis, Reinaldo de Oliveira (conhecido por “Baixa Renda”) e Adilson Araújo da Penha. Ambos estiveram presos em Belém (PA) por crime contra o sistema financeiro e estavam no Acre há apenas 5 dias, com objetivo de permanecer na capital acreana até o final do ano.

Durante toda terça-feira várias clientes do Banco do Brasil procuraram suas agências para trocar as senhas de seus cartões, atendendo a um chamamento oficial feito pelo banco.

A imprensa teve dificuldades para obter informações sobre o caso, já que o delegado do caso, Jarles, encerrou seu plantão na segunda-feira e só deve retornar á Delegacia de Flagrantes na sexta-feira, segundo informações dos agentes civis. O superintendente do Banco do Brasil, Ronaldo José Freitas Pereira, estaria num hotel fazenda, em Minas Gerais, sem comunicação por celular, segundo informou a sua assessoria técnica.

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