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30/11/2006 - EPTV.com (Campinas) Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe da fiança prejudica quem perdeu documentos


O chamado “golpe da fiança” tem trazido prejuízos a imobiliárias, donos de imóveis e principalmente para pessoas que perderam documentos e foram indicados como fiadores sem saber.

A dona de casa Yara Capistrano é uma das vítimas. Quando teve os documentos roubados há seis anos, ela não imaginou os problemas que viriam pela frente. O CPF e o RG dela começaram a ser usados por bandidos e seus dados apareceram como fiadora em vários contratos de locação.

Yara sempre morou na Zona Leste de São Paulo, mas por causa do golpe já foi processada em Mogi Guaçu e Campinas e ainda existe uma ação em andamento, para cobrar R$ 50 mil em aluguéis atrasados, o que levou ao bloqueio dos bens da família.

As reclamações de vítimas do golpe vêm parar na sede do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) do Estado de São Paulo. O órgão tem um cadastro onde são colocados os dados de quem teve o nome usado indevidamente como fiador, numa tentativa de evitar que estelionatários continuem causando prejuízo. As informações ficam disponíveis no site do Creci.

As vítimas precisam autorizar o conselho a tornar público os nomes, para que não sejam utilizados novamente por bandidos, mas é aí que está a maior dificuldade. Segundo o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, muitas vítimas não querem se expor e assim acabam, mesmo sem querer, beneficiando os golpistas. Viana Neto avalia que essa é a única forma de evitar que os bandidos continuem agindo sem ser identificados.

O delegado Renato Lauer, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), explica que quem perdeu ou teve os documentos roubados precisa registrar boletim de ocorrência e, se possível, publicar nota em jornal. Esses procedimentos, no entanto, não vão evitar dores de cabeça, já que o processo vai ocorrer de qualquer maneira. O importante, segundo o delegado, é a checagem correta de todos os documentos toda vez que for feito um contrato.

Quem quiser disponibilizar o nome no Creci pode ligar para o telefone (11) 3886-4900. O site para consultar a lista de vítimas é www.creci.org.br

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