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11/05/2009 - O Diario do Norte do Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nurce prende acusados de fraudar bancos no PR

Por: Juliana Daibert

Quadrilha formada por 40 pessoas agia em todo o Paraná e é acusada de ter lesado instituições financeiras em R$ 30 milhões; 14 veículos foram apreendidos.

Quatro homens foram presos, na manhã desta segunda-feira (11) na Operação “Alínea 21”, deflagrada em todo o Estado pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Econômicos (Nurce). Comandada pelo delegado titular de Maringá, Fernando Ernandes Martins, a ação recuperou 14 dos 30 veículos de luxo adquiridos pela quadrilha.

Os mandados de busca e apreensão (9) e de sequestro de bens móveis (30 veículos entre caminhões, motos e veículos de passeio) expedidos pelo juiz Cláudio Camargo dos Santos, da 1º Vara Criminal de Maringá, foram cumpridos em Arapongas, Cambé e Astorga. A quadrilha é acusada de causar um prejuízo de mais de R$ 30 milhões.

A investigação teve início em outubro de 2007, quando o Nurce começou a receber as primeiras informações acerca da prática criminosa. A Cooperativa de Poupança e Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores da Região de Maringá (Sicoob Metropolitano) foi uma das vítimas dos golpistas, que também lesaram instituições financeiras de Cascavel, Foz do Iguaçu e Londrina, entre outros bancos da região de Maringá.

Por meio das empresas de fachada Andorinha Comércio de Materiais de Construção Ltda, Amatex Indústria e Comércio de Confecções Ltda ME, Claudomiro Correa Silva Materiais para Construção ME e Luiz Carlos Godoi Confecções, os golpistas abriam contas bancárias com documentos falsos e movimentavam operações de empréstimo e troca de cheques que nunca eram pagas.

“Os golpistas conquistavam a confiança dos gerentes, emprestavam dinheiro, fechavam as empresas e sumiam. O banco demorava de 30 a 40 dias para perceber que havia sido vítima de um golpe”, diz o delegado Fernando Martins.

De acordo com o apurado pela investigação, 17 pessoas tinham participação direta nos golpes e 23 atuaram como ‘laranjas’, cedendo cheques e talões inteiros para a prática do crime em troca de vantagem pecuniária.

Tiveram a prisão temporária decretada o contador Antônio Carlos Calizotti, 37,que fazia a contabilidade das empresas de fachada, o comerciante Odazilio Manduca e Mauro Moreira Navarro, ambos de 44 anos, que compravam cheques utilizados nos golpes e Emerson Vieira, 37, que administrava a utilização dos cheques junto aos bancos lesados.

Eles estão detidos na carceragem da 9º Subdivisão de Polícia Civil de Maringá e devem responder por estelionato, formação de quadrilha e outros crimes apurados no decorrer da investigação. Os veículos apreendidos foram levados para um depósito e estão à disposição da justiça para restituição do prejuízo.

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