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06/05/2009 - Agência Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pirataria faz Microsoft perder US$ 67 milhões na África


Maputo, 6 mai (Lusa) - A Microsoft denunciou a existência de uma "rede de piratas eletrônicos" que introduzem versões de seus softwares em Moçambique, num negócio desenvolvido na África e que já prejudicou a multinacional em US$ 67 milhões.

O diretor da Microsoft contra a pirataria na África Austral, Abednego Hlatshwayo, disse que "os piratas de softwares estão empregando uma crescente medida sofisticada para se certificarem que o produto por eles fabricado e falsificado se pareça com o genuíno dos pacotes dos softwares da Microsoft".

Em declarações à imprensa em Maputo, Hlatshwayo explicou que o software falsificado é empacotado de maneiras a se parecer com o produto original incluindo CDs falsos com os hologramas simulados e certificados falsos.

"Para muitos revendedores e consumidores torna-se mais difícil distinguir os softwares falsificados dos genuínos", afirmou o representante da Microsoft.

"Consumidores individuais, negociantes e organizações pensam estar comprando peças genuínas de software enquanto, na realidade, este é produto que não condiz com a instalação licenciada dos softwares", disse.

Desta forma, "o consumidor não poderá obter as últimas novidades de segurança e peças de substituição, deixando os seus sistemas vulneráveis a vírus e a potenciais danificadores dos sistemas dos computadores", explicou Hlatshwayo.

"Em caso de não se verificarem erros com seus sistemas, estes ficam sem uma assistência técnica de modo a resolver-se um problema de possível ocorrência".

Ocorrências

O primeiro caso de falsificação de softwares ocorreu há um ano, quando dois revendedores de programas da Microsoft em Maputo foram alertados de que alguns produtos que comercializavam eram falsos e pirateados, disse aos jornalistas Sérgio Inglês, diretor de Marketing da Digital Connection Consulting (DCC).

De acordo com o responsável da Microsoft, a empresa norte-americana está trabalhando com as autoridades moçambicanas na identificação da rede de falsificação de programas informáticos, mas a multinacional já vem usando "técnicas secretas de investigação pormenorizada para identificar negociantes em Maputo".

"Com assistência de diferentes parceiros, incluindo clientes oficiais, a Microsoft usou técnicas secretas de investigação pormenorizada para identificar negociantes em Maputo que estivessem vendendo pacotes de softwares falsos de alta qualidade, como o Windows da Microsoft e o Office", disse Abednego Hlatshwayo.

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