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05/05/2009 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeitos de fraude continuam foragidos

Por: Zenilton Custódio


A polícia continua procurando seis pessoas acusadas de integrar um suposto esquema de fraude em um concurso público da Prefeitura Municipal de Aracruz. A expectativa de autoridades era de que alguns foragidos se apresentassem ontem, o que não aconteceu.

A relação dos acusados inclui nomes de empresários e ex-servidores do município. No primeiro caso estão João Aroldo Cypriano e seu filho João Yolando Modenezi Ferraz. O primeiro, segundo as investigações, é um dos proprietários da empresa Fokus Pesquisa e Serviços, especializada na aplicação de concursos públicos e que, conforme foi apurado, teria sido favorecida no esquema.

Quando o escândalo estourou, João Aroldo atuava como procurador-geral da prefeitura e, diante da repercussão do caso, acabou sendo exonerado da função.

Presos

Dois outros proprietários da Fokus, Francisco Adão Silva e José Grás Nali, já estão presos, além dos servidores públicos do município Hélio Santo Soares, Amantino Gonçalves e Antônio Luiz Boff.

Entre os procurados destaca-se também o nome do ex- secretário municipal de Suprimentos Wellington Lorenzutti. No início de março, durante uma operação policial, foi encontrada em sua casa, no bairro Coqueiral, uma mala contendo R$ 385 mil. Sua mulher, conforme policiais, teria tentado se livrar do flagrante jogando a mala por uma janela, mas a iniciativa não teve êxito.

A relação dos foragidos inclui ainda o ex- secretário de gabinete, Rubem Devens o índio tupiniquim Edno Pagehú e Lino Antônio Broetto. Os dois integravam a Comissão de Licitações da prefeitura.

Além da realização do concurso, o Ministério Público investiga suposta fraude em licitações da prefeitura.

Entenda o caso

Origem. No dia 18 de março, o Ministério Público Estadual cumpriu mandados de busca e apreensão contra pessoas suspeitas de fraudes em licitação na Prefeitura de Aracruz.

Dinheiro. Os policiais apreenderam R$ 385 mil em uma mala na casa do então secretário de Suprimentos Wellington Lorenzutti.

Análise. Os policiais também apreenderam computador, CD, DVDs e documentos. O Grupo Especial de Trabalho Investigativo ficou responsável pela análise do material. Semana passada, uma denúncia foi formalizada em relação ao concurso público.

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