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30/04/2009 - Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende grupo que dava golpe do bilhete premiado

Quatro foram presos com dólares, reais, celulares, recibos de depósitos bancários e cartões da Mega-Sena.

Policiais de Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas prenderam, na manhã desta quinta-feira (30), em São José dos Pinhais, quatro suspeitos de se preparar para aplicar o golpe do bilhete premiado. Foram presos Eduardo Borges, 29 anos, Joni Andrade Muniz, 19, Eliane Costa de Andrade, 26, Ernesto de Oliveira Junior, 24. Com eles, a polícia aprendeu, dólares, reais, celulares, recibos de depósitos bancários e cartões da Mega-Sena que seriam usados nos golpes.

Segundo a polícia, o grupo saiu de Santa Catarina e estava na cidade para aplicar o golpe do bilhete premiado. Com exceção de Joni Andrade, todos têm passagens pela polícia pelo mesmo delito. “O golpe só tem sucesso porque a vítima acredita que vai levar alguma vantagem. Com isso, ela não percebe as artimanhas dos golpistas e vira uma presa fácil. São vários os indícios que levam a crer que estavam agindo há algum tempo”, explicou o delegado Vinícius Augustus Carvalho, que chefiou as investigações.

Todos foram autuados em flagrante por estelionato e formação de quadrilha. Depois de prestar depoimentos foram encaminhados para o Centro de Triagem II em Piraquara, onde aguardam decisão da Justiça. Caso sejam condenados, podem pegar de um a cinco anos de prisão.

A polícia continua as investigações para descobrir vítimas do grupo. “Temos a informação de uma pessoa que caiu no golpe e entregou R$ 7 mil. No decorrer das investigações mais vítimas devem aparecer para prestar queixa”.

GOLPE – O golpista simula ser uma pessoa humilde e tenta vender um “bilhete premiado” (Quina ou Mega-Sena) à vítima, normalmente uma pessoa idosa. Durante a conversa, o comparsa aparece e se oferece para ajudar a confirmar se o bilhete tem algum valor. Ele faz um telefonema e diz que está ligando para uma lotérica ou para um funcionário da Caixa. Do outro lado da linha, outro golpista confirma o prêmio.

O primeiro malandro diz que está com pressa, pois precisa voltar para casa ou ir a um hospital, para apressar a negociação. O segundo, então, oferece parte do dinheiro para comprar o bilhete, mostrando um maço de papel, com algumas notas por cima, e sugere à vítima que complete o valor. A pessoa, na tentativa de fazer um bom negócio, consegue a quantia dita pelo golpista. No final fica com o bilhete sem valor.

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