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29/04/2009 - Abril Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Tráfico de remédio falso para impotência cresce na internet

No Brasil, entre janeiro e março deste ano, 120 toneladas de terapêuticos ilegais foram recolhidas; 75% dessas drogas são para disfunção erétil.

A internet é um dos principais polos do tráfico de remédios falsificados em todo o mundo, principalmente das drogas para combater a disfunção erétil. Durante o congresso da Associação Europeia de Urologia, no final do ano passado na Suécia, foi divulgado que entre 4,5 mil e 15 mil sites vendem medicamentos, a maioria falsos. No Brasil, entre janeiro e março deste ano, 120 toneladas de terapêuticos ilegais foram recolhidas em operações do Ministério da Justiça e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No site da Anvisa, 75% dessas drogas são para disfunção erétil.

Para se ter ideia da escalada da pirataria, em todo o ano passado, os agentes da Anvisa tiraram de circulação 130 toneladas medicamentos ilegais. Além desses números, a internet como ponto de venda transparece nos dados da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes): neste primeiro trimestre, 5,4 mil páginas que vendiam produtos ilegais foram retirados do ar, entre eles comprimidos para impotência sexual.

O anonimato do vendedor atrelado à vergonha de procurar os meios oficiais para tratar o problema da sexualidade são os combustíveis do mercado clandestino de medicamentos. O presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, do Ministério da Justiça, Luiz Barreto, explica que a internet é terreno fértil para a comercialização dos falsificados porque o controle e identificação do criminoso é ainda mais difícil.

Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Urologia, Aguinaldo Nardi, dois fatores tornam os brasileiros clientes potenciais desses remédios piratas na internet - que podem provocar desde efeito nenhum até intoxicações graves. "A cultura de automedicação e a venda de medicamentos sem receita, que aqui predomina, acabam como facilitadores do consumo dos falsificados, já que o critério na hora da compra acaba sendo o preço”, explica.

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