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30/04/2009 - Portugal Diário Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

«Especialista» em enganar bancos e seguradoras

Homem de 53 anos tinha mega-esquema de falsificação e burla. Acabou detido pela PJ.

Um homem de 53 anos foi detido por suspeita de falsificação de documentos e burla qualificada, anunciou esta quinta-feira a PJ.

Em comunicado, a força policial explica que o indivíduo, de nacionalidade estrangeira, obtinha ilicitamente «créditos ao consumo e imobiliário junto de entidades bancárias, utilizando para o efeito documentos de identificação de suporte falso, que conduziram os bancos a avaliarem a sua situação patrimonial muito superior à real».

Desta forma, o homem residente na zona de Vila do Conde conseguiu obter crédito bancário «de cerca de um milhão e 500 mil euros, que, até agora, nunca liquidou».

O mega-esquema, que durava pelo menos desde 2003, foi descortinado: o detido criou pelo menos três identidades falsas, «suportadas por um conjunto de documentação contrafeita, adquirindo através deles personalidades jurídicas diversas e diferentes números de contribuintes e criando várias empresas através do sistema empresa na hora».

Quer em nome individual, quer em nome das empresas, o homem de 53 anos abriu várias contas e recorreu a diversos «testas-de-ferro», conseguindo, assim, «mais de uma dezena de empréstimos em instituições bancárias».

O arguido conseguiu enganar ainda algumas seguradoras com pedidos de indemnização, simulando um roubo na sua residência e «dando como subtraídas cinco viaturas automóveis de gama alta, que haviam sido pelo mesmo entretanto vendidas». As viaturas já foram recuperadas pela PJ.

«O detido, contra o qual pendia mandado de captura de tribunal de Aveiro, com base numa das identidades falsas e para cumprimento de pena de prisão de três anos e seis meses, viu ser-lhe aplicada, após interrogatório judicial, as medidas de coacção de obrigação de permanência na habitação com vigilância electrónica e de prestação de caução, mas, por entretanto estar em situação ilegal no nosso país, foi conduzido por determinação judicial ao centro de instalação temporária do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras no Porto», conclui o comunicado.

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