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29/04/2009 - Jornal A Voz da Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

9ª CRPI investiga caso de estelionato

Suspeito que teria aplicado golpe no município é procurado pela polícia.

BARRA MANSA. A 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (CRPI) está procurando o foragido da Justiça Samuel Gil de Oliveira, 55 anos, conhecido como Bil e também como Coronel. Ele já foi condenado quatro vezes pelo crime de estelionato e é suspeito de aplicar golpes na região. O último mandado de prisão expedido contra o golpista, em 2008, ainda está em aberto e é oriundo da Vara Criminal de Itaguaí.
Samuel é o principal suspeito de um esquema de estelionato que envolve contadores e gerentes de bancos, de acordo com inspetores da 9ª CRPI. Nas investigações realizadas pela coordenadoria, o foragido atuava com a falsificação de carteiras de habilitação e identidades para alterar contratos sociais, abrir novas firmas e conseguir empréstimos, tudo, possivelmente, com a conveniência de gerentes de bancos e contadores.
Segundo o inspetor que liderou as investigações, o esquema começa na compra de um contrato social, de uma firma que esteja inativa. “O estelionatário compra de um contador um contrato social de uma firma que tem um CNPJ, o CPF e o número de identidade de um administrador que no caso será vítima no esquema. Com o contrato em mãos, o golpista vai ao cartório, reconhece firma, mas antes falsifica os documentos pessoais para se passar pelo administrador”, explica o inspetor da 9ª CRPI.
O policial acrescenta que depois disso o estelionatário vai a outro contador, que conhece o esquema, e pede uma alteração contratual. “Esse contador faz a alteração e registra a firma na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja), ou seja, se antes a empresa vendia sapatos, depois da alteração ela pode mudar de ramo e comercializar outro produto. O endereço também é modificado, aí temos uma empresa fantasma, que em muitos casos nem tem sede própria”, completa o policial.
De acordo com o inquérito criminal, a partir daí o estelionatário tem uma empresa limpa, com muitos anos de mercado. Com esse novo contrato social em mãos, ele consegue empréstimos bancários, arrendamento financeiro, cartão de credito, linhas telefônicas e faz compras no comércio, tudo em nome do administrador que herdará todas as dividas.
Samuel, suspeito de aplicar o golpe em Barra Mansa, foi preso pela primeira vez por estelionato, em 1997. De lá para cá ele usou vários nomes falsos. Apresentava-se ultimamente como Manoel Gil de Oliveira e também como Carlos Augusto Ferreira Pinto.

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