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25/04/2009 - Jornal da Madeira Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Roubo de identidades nas redes sociais


As fraquezas de segurança e as falsas promessas de privacidade das cada vez mais populares redes sociais online podem permitir acções maliciosas, incluindo roubo de identidade, para aceder a extensa informação pessoal dos utilizadores. Esta é a conclusão de vários especialistas que analisaram as principais redes sociais online, incluindo espaços como Facebook e Linked-in, e que num congresso internacional sobre a Internet, em Madrid, demonstram que é relativamente fácil conduzir "ataques" maliciosos nestas redes sociais.
Os estudos, obtidos pela Lusa, surgem num momento em que as redes sociais assumem uma crescente importância nos contactos locais e globais, debatendo-se, por exemplo, até que ponto é que um empregador poderá 'visitar' o perfile de um candidato a um emprego para conhecer mais informação sobre a sua personalidade.
Ainda que os estudos referidos sejam essencialmente técnicos, denotam as fraquezas de um sistema em que o utilizador desconhece a facilidade com que se pode aceder à informação disponibilizada, incluindo a que está em espaço privado das redes.
Uma das experiência levadas a cabo envolveu criar "clones" de utilizadores existentes, enviar convites para aplicações, grupos ou pedidos de amizade, confiando na resposta positiva de outros utilizadores que, assim, disponibilizam todos os seus dados na dita rede social. Para demonstrar a fragilidade dos sites, o grupo levou a cabo um ataque mais simples, automático, de utilizadores existentes, e um outro, mais avançado, que recorre a análises paralelas de várias redes sociais ao mesmo tempo. Neste segundo ataque, os especialistas conseguiram, com facilidade, utilizar o perfil de um utilizador numa rede para criar um clone seu noutra rede, onde não estava registado, ampliando a informação a que um agente malicioso pode ter acesso.

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