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27/12/2005 - Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude no cartão de recarga de celular pré-pago


No último dia 21, o diagramador Marcos Eduardo Bettiol, 27 anos, por exemplo, comprou um cartão de R$ 20 na Banca Menezes, na Vila Espanhola, Zona Norte de São Paulo. Quando no domingo, ele ligou para fazer a recarga do celular, recebeu a mensagem de cartão inválido.

Ele ligou então para a central de relacionamentos da Vivo e foi informado de que aquele cartão poderia ter sido clonado pois um outro cliente já havia usado aquele mesmo número no mês de agosto. A atendente, que se apresentou como Karine, chegou a fornecer o número do celular do cliente que usara o cartão com o mesmo código.

- E o que eu tenho de fazer?, perguntou .
- Vá ao ponto de venda onde o senhor comprou o cartão e resolva com o vendedor, orientou-lhe Karine. Antes de desligar o telefone, ela ainda disse para Bettiol que ele era a terceira pessoa a apresentar queixas semelhantes.

Carlos Alberto de Menezes, dono da Banca Menezes, onde Bettiol comprou o cartão, também disse que essa é a terceira reclamação de cartão clonado que recebe nos últimos dia. Nos dois primeiros casos, segundo ele, os clientes foram informados de que a Vivo instaurou processo interno para apurar as circunstâncias da fraude e que o valor da despesa seria creditada no celular do cliente em até cinco dias.

Menezes, que adquiriu os cartões da Distribuidora Poci, disse que já pensa em parar de revender os cartões. "Tenho essa banca desde 1996, não posso começar a perder cliente por um problema que não é meu. Os cartões vêm fechados, não temos como saber se ele está inválido ou clonado ", disse.

Menezes revende os cartões de recarga que o irmão Paulo Sérgio Menezes, também jornaleiro, compra da Distribuidora Poci.

O representante Robert, que atende o vendedor, disse que a notícia de cartões clonados ou duplicados surgiu há cerca de dez dias e que recebeu pelo menos cinco notificações sobre a fraude.

"E quando ligamos para a Vivo para registrar a reclamação, somos informados de que o sistema está fora do ar."

Robert contou que tentou resolver um desses problemas e que foi informado pela operadora que o cartão havia sido emitido em duplicidade e que a empresa ia investigar por quais motivos. "Me pediram um prazo de cinco dias. Estou aguardando."

Empresa desconhece qualquer denúncia
A assessoria da Vivo disse que a empresa desconhece qualquer denúncia ou notícia de cartões clonados e que não pode esclarecer por que as atendentes têm passado essa informação aos clientes.

Quanto ao caso de Bettiol, a empresa ficou de ressarcir as despesas dele e de investigar o que aconteceu com seu cartão de recarga. As informações estão na edição de hoje do Jornal da Tarde

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