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23/04/2009 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsa advogada com toga burla empresários

Por: Nelson Morais


Apresentava-se como advogada e exibia uma toga, para ser convincente. Os sócios de uma empresa de Coimbra chegaram a pagar-lhe 25 mil euros, a pretexto de uma acção judicial, mas acabaram por descobrir que haviam sido vigarizados e denunciaram a mulher à Policia Judiciária.

O relatório final da investigação policial acaba de ser enviado para o Ministério Público e indicia a arguida, uma antiga solicitadora, de 55 anos, da prática dos crimes de usurpação de funções, burla e falsificação de documento.

A história começa nas cheias que alagaram Coimbra, no Inverno de 2006. Uma empresa de electrónica da cidade teve prejuízos avultados, mas a sua seguradora entendeu que não deveria pagá-los. Sem acordo à vista, decidiu avançar para tribunal. E como um dos sócios da empresa conhecia a arguida, como sendo advogada, entregou-lhe o caso.

Nada fazia suspeitar os empresários. A mulher, da Grande Lisboa, tinha toga e cédula de advogada e chegou a exibir documentos com dizeres de um tribunal de Coimbra. Mas os documentos viriam a revelar-se falsos. Já em meados de 2008, fartos de pagar honorários e contas de supostas custas judiciais, mas sem verem o processo andar, os empresários contrataram outro advogado, que descobriu que a acção judicial dos seus novos clientes nunca chegara a sê-lo.

A PJ de Coimbra veio a identificar e constituir arguida a falsa advogada, viúva e com dois filhos, que conhecia o meio judicial por já ter sido solicitadora, observa fonte policial, manifestando desconhecimento de outros casos similares que envolvam a mesma mulher. No caso de Coimbra, a arguida confessou tudo.

Com antecedentes criminais, pode agora ser acusada, de crimes com molduras penais até oito anos de prisão.

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