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22/04/2009 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpista que levou R$ 40 mil de empresa é preso

Por: Marcelo Eduardo e Jacqueline Lopes


Helessandro Lopes dos Santos, 25 anos, foi preso em flagrante por estelionato em Campo Grande. Em apenas uma ação criminosa, ele roubou R$ 40 mil de um empresa de vendas de sementes [cujo nome foi mantido em sigilo]. Segundo o Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), ele deve pertencer a uma quadrilha que atua em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e Rondonia.

No golpe, ele usava lâminas de cheques verdadeiras. Com produtos químicos e ferramentas, como canivete, ele retirava os nomes das pessoas que receberiam os valores e os modificava. Na hora de trocar o cheque, é comum que o bancário ligue para o número de telefone colocado no verso do para confirmar a transação. Neste caso, outro estelionatário, que atuava com Helessandro se passava pela pessoa da referida empresa e assim, autorizava o saque. Assim eram todas as vezes, do mesmo modo que com a empresa de venda de sementes.

O estelionatário foi preso em um hotel da Capital [cujo nome também foi mantido em segredo] com mil lâminas verdadeiras de agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do Bradesco. Havia material de agências que movimentam somente contas com alto volume de dinheiro.Não foi, entretanto, encontrado com ele o valores em dinheiro vivo. Ele é natural de São Paulo (SP) e portava diversos documentos de identidade.

Helessandro também comercializava os cheques originais e identidades falsificadas por R$ 30,00 e R$ 50,00, respectivamente.

“É um trabalho ilegal bem elaborado. É uma rede de estelionatários que age em vários estados”, explica o delegado Ivan Barreira, titular do Garras.

As investigações podem agora seguir em direção a pessoas de dentro dos bancos, que poderiam ter auxiliado Helessandro a conseguir as lâminas originais. O delegado, entretanto não confirma, nem desmente a informação. “Prefiro não afirmar nada, pois as investigações estão no início”.

Helessandro permanece preso na sede do Garras, próximo ao shopping Campo Grande, e não quis se manifestar. Em seu notebook, policiais encontraram diversos programas que podem ser usados para falsificação de documentos.

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