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16/04/2009 - Extra Alagoas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nagoya dá golpe de R$ 2 milhões

Concessionária do usineiro Bob Lyra vendia carros de luxo e não entregava o produto.

A Nagoya Veículos, concessionária Mitsubishi, do usineiro Bob Lyra, é acusada de aplicar um golpe na praça, estimado em mais de R$ 2 milhões. As vítimas são empresários, profissionais liberais e até magistrados que foram iludidos com a promessa de entrega dos veículos em 48 horas. A revenda cobrava 50% do valor do veículo, mas não entregava o carro no prazo acertado nem devolvia o dinheiro.

Por orientação de Bob Lyra, o superintendente da revenda, Leonardo Sampaio, ao ser questionado sobre o calote, avisa que a Nagoya não tem nada a ver com o golpe, alegando que as vendas fictícias eramfeitas por um funcionário à revelia da empresa. "Denunciem na imprensa, procurem a polícia e a justiça, que não temos medo de nada", aconselha o superintende, que se nega a discutir a questão.

Só que o vendedor desonesto não era um simples empregado da revenda, mas um ex-diretor com poderes para fazer negócios em nome da Nagoya. Trata-se de Eduardo Feitosa Barreto, que vem a ser genro de Bob Lyra e filho da médica Ana Suely Feitosa, ex-dona da concessionária e hoje sócia de Bob Lyra, com 30% das ações da empresa.

"Mesmo que Eduardo Feitosa fosse um simples vendedor, a empresa teria que assumir a responsabilidade de seus atos", afirma o advogado de uma das vítimas do golpe, que lesou dezenas de empresários e profissionais liberais. Vale lembrar quer a Nagoya também andou se envolvendo com os deputados-taturanas e Bob Lyra foi indiciado por crime de lavagem de dinheiro.

Nas ações judiciais contra a Nagoya, as vítimas fazem questão de anexar ao BO do golpe cópia de uma certidão em que a revenda dá ao genro de Bob Lyra plenos poderes para "admitir, comprar e vender automóveis, efetuar cobranças, promover emplacamento, licenciamento, vistoria, transferência" e outras atividades inerentes a uma concessionária de automóveis. Por isso a alegação de que a empresa não tem responsabilidade sobre as ações de seu vendedor desonesto só denuncia a conivência da Nagoya com os negócios sujos praticados pela revenda. "Estamos tratando do genro do dono e herdeiro de um de seus sócios", lembra o advogado.

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