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16/04/2009 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bailarino é suspeito de viver 7 anos com identidade falsa

Golpista teria usado documentos para compras e passaporte. Vítima foi intimada a pagar pensão por filha que não é sua.

A Polícia Federal prendeu, em Uberlândia, um homem que viveu pelo menos sete anos usando uma identidade falsa. O verdadeiro dono do documento só descobriu que era vítima da fraude porque começou a receber cobranças e uma intimação para pagar a pensão de uma filha que ele não tem.

O verdadeiro R.B.S. começou a desconfiar do crime quando foi ao setor de emissão de passaportes da Polícia Federal em Uberlândia (MG). Ao procurar a PF, foi informado sobre a existência de um passaporte no nome dele e em uso. Ele disse ao delegado Sérgio Murilo de Lima que tinha perdido a carteira de identidade em 1999 e que, a partir de 2002, começou a receber cobranças de contas em seu nome e uma intimação para pagar pensão a uma filha. "Não tenho filho nenhum", afirmou.

O delegado colheu as digitais, cruzou com o banco de informações da polícia e descobriu a verdade. Um golpista teria usado a identidade perdida para tirar passaporte em outubro de 2007 e furtado os bônus de viagens aéreas acumulados pela vítima.

As informações levantadas conduziram Polícia Federal até um bailarino, em Uberlândia. O golpista chegou a viajar por duas vezes pela Europa para apresentações em festivais.

Ele foi encaminhado ao presídio, onde aguarda o fim das investigações e uma decisão da Justiça. “O estelionatário pega o documento e utiliza para abrir contas bancárias, obter cartão de crédito, fazer compras por um tempo e depois abandona. Agora, viver com o documento, amasiar-se, ter filhos, trabalhar, tudo com o nome alheio, eu nunca vi”, declarou o delegado.

A Polícia Federal enviou a ficha do criminoso para secretarias de Segurança Pública de outros cinco estados brasileiros para confirmar a identidade dele e se cometeu outros crimes. Ainda de acordo com a polícia, ele deve responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

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