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21/11/2006 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia vai colher novos depoimentos sobre esquema de fraude no Park Way

Por: Diego Recena


A Delegacia de Falsificações e Defraudações (DEF) se prepara para colher novos depoimentos sobre o esquema de fraude de documentos instalado na Administração Regional do Park Way. Até agora, duas pessoas já foram ouvidas. Um despachante acusado de “esquentar” os papéis e uma das funcionárias que denunciou o caso. A partir das informações recebidas, a Polícia pretende ouvir novos servidores.

“Estou com uma equipe na rua checando as informações colhidas. Vamos ouvir todos os funcionários responsáveis pela expedição de documentos na administração do Park Way. Tudo sem pressa. Trabalhamos com muito cuidado”, diz o delegado da DEF, Domingos Sávio. O despachante ouvido pela delegacia confessou o envolvimento dele e de outros funcionários da administração.

O homem – cujo nome não foi revelado pela Polícia – é servidor de cargo comissionado da Administração Regional do Riacho Fundo. Em depoimento a DEF, ele disse que cobrava R$ 3 mil para tirar alvarás e cartas de habite-se. Quando havia necesidade, falsificava os papéis para regularizá-los. Estima-se que pelo menos seis cartas de habite-se foram forjadas por ele.

Documentos da Companhia Energética de Brasília e da Companhia de Saneamento do DF (Caesb) também podem ter sido fraudados. Para retirar o habite-se, são necessários relatórios dessas empresas. A DEF ainda não sabe o número de envolvidos. Eles podem responder por falsificação de documentos, falsidade ideológica e até estelionato. O administrador do Park Way, Glauco Lacerda, abriu uma comissão para investigar o caso.

No entanto, o prazo foi prorrogado e a comissão só deve concluir os trabalhos no fim de dezembro. Glauco se diz interessado em apurar e descobrir responsáveis. Mas, a primeira denúncia surgiu em setembro deste ano e a comissão só começou a funcionar depois que a deputada distrital Eliana Pedrosa (PFL) levou o assunto para o plenário da Câmara Legislativa.

Grilagem
Além da denúncia de fraude de documentos, a 11ª Delegacia de Polícia e o Ministério Público do DF e Territórios verificam a ocorrência de parcelamento irregular de terras públicas.

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