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14/04/2009 - Gazeta de Ribeirão Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Daerp e polícia investigam fraude

Funcionário é acusado de cobrar R$ 300 de usuária para baixar dívida de R$ 9,3 mil.

O Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) nomeou ontem uma comissão de sindicância para apurar denúncia de uma empresária contra o funcionário da autarquia Roberto Fernando Galo. Segundo a empresária ele estaria cobrando propina de R$ 300 para reduzir o valor de uma conta de água de R$ 9,3 mil. O caso também é investigado pelo 1º Distrito Policial.

A comissão é formada por presidente e mais dois membros que não tiveram seus nomes divulgados. Segundo o superintendente do Daerp, Tanielson Campos, a não divulgação é para evitar pressões sobre as pessoas que vão investigar a denúncia. O prazo para a conclusão das investigações é de 60 dias, prorrogáveis por mais 30. “Ele já me disse que não tem qualquer culpa, mas vamos averiguar e ele terá direito de se defender. De imediato o retiramos do atendimento ao público e o transferimos para trabalho interno”, disse Tanielson.

De acordo com o superintendente o acusado é funcionário de carreira e trabalha no Departamento há mais de 20 anos, mas se a comissão concluir que ele teve culpa, poderá ser punido, “inclusive com demissão a bem do serviço público.” A base de investigações serão os acessos feitos pelo funcionário ao sistema de informática. “Ele possui uma senha que permite sua entrada no sistema e pode inclusive reduzir, legalmente, valores de contas de água, se concluir que houve algum vazamento e aumento repentino do valor. Mas, aparentemente, ele estava cobrando para fazer um serviço para o qual já recebe salário”, afirma Tanielson.

O Sindicato dos Servidores Municipais (SSM) afirma não ter sido ainda procurado pelo funcionário. “Nossa orientação é para que se instaure a sindicância. Normalmente, nestes casos, o sindicato é intimado a prestar assistência jurídica. Caso ocorra a intimação, chamaremos o funcionário para conversar e vamos saber o que aconteceu”, diz Wagner Rodrigues, presidente do SSM. (GS)

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