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13/04/2009 - UOL Notícias / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Odebrecht rejeita acusações de fraude feitas pelo Equador


A empreiteira brasileira Odebrecht rejeitou hoje as acusações de fraude e peculato feitas pelo governo equatoriano por causa de supostos erros na construção da usina hidroelétrica de San Francisco, na região andina do país.

Por meio de um comunicado divulgado pela imprensa local, a empresa rejeitou as "acusações precipitadas" feitas no último dia 7 por Jorge Glas, presidente do Fundo de Solidariedade do Equador, entidade encarregada da gestão das empresas nacionais do ramo de energia elétrica.

Glas afirmou que, com base em um relatório realizado por uma empresa de consultoria italiana, o Equador exigirá da Odebrecht aproximadamente US$ 210 milhões mais juros como forma de indenização pelas paralisações e pelos consertos que o Estado equatoriano teve que realizar após a finalização da obra.

A Odebrecht afirma no comunicado que não "recebeu o estudo" da empresa de consultoria internacional e que não teve "a oportunidade de expressar sua opinião técnica".

Além disso, a empresa insiste em que a construção da usina hidroelétrica foi "executada em conformidade com o contrato assinado" e que esse contrato passou por "todas as inspeções, revisões e aprovações previstas na lei equatoriana".

O caso da Odebrecht gera tensão diplomática entre Quito e Brasília desde outubro de 2008, quando o Equador decidiu expulsar a companhia do país depois de detectar supostos erros estruturais na construção da hidroelétrica.

De acordo com a Odebrecht, a usina "está em funcionamento desde 14 de outubro de 2008, quando reiniciou sua operação comercial, depois da resolução dos problemas detectados" em junho desse ano, para os quais a empresa "emprestou de boa fé todo seu contingente e seus recursos".

A empreiteira denuncia que, apesar de sua atitude conciliadora, o Equador expediu decretos executivos "que ordenaram a militarização dos acampamentos e escritórios e o término de todos os contratos, assim como o cancelamento dos vistos de funcionários e executivos".

A construtora informa que solicitou um relatório técnico a uma empresa internacional "com o propósito de esclarecer os fatos relacionados com a interrupção temporária da usina" e se declara aberta ao diálogo com as autoridades equatorianas para "trocar análises, opiniões e estudos técnicos".

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